janeiro 14th, 2015

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10 brasileiros inovadores que brilharam em 2014

Não são poucos aqueles que colocam na conta de 2014 a pecha de um ano cheio de complicações e problemas. Contudo, talvez com menor cobertura midiática, foi também um ano em que o Brasil brilhou no quesito inovação. Seja para fins sociais, culturais e/ou educacionais, alguns nomes merecem da nossa parte o mais sincero respaldo e agradecimento, justamente pela sua ousadia em experimentar e fazer acontecer, apesar de tudo.

O Hypeness abre espaço nessa Seleção para 10 brasileiros inovadores que brilharam esse ano. Pura inspiração!

1) Lucas Strasburg

Não existe produção de prótese ortopédica no Brasil. Pode-se importar, mas é caro. Uma prótese de membro inferior, por exemplo, sai por uns R$ 5 mil, boa parte disso em impostos. Pensando nisso, um estudante de engenharia mecânica da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo (RS), começou a projetar e fabricar próteses ortopédicas de baixo custo, feitas com plástico reciclado. Sua invenção lhe valeu a indicação pela revista MIT Technology Review esse ano como um dos 10 brasileiros mais inovadores com menos de 35 anos.

Seu grande desafio é conseguir a fabricação em larga escala das próteses que, de acordo com seus cálculos, pode ter um preço final “até 30 vezes menor”.

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Foto: Technology Review

2) Raíssa Müller

Selecionada pelo Village to Raise a Child, programa da Universidade de Harvard que visa tornar conhecidos os projetos de empreendedorismo social de pessoas do mundo todo, essa outra gaúcha de Novo Hamburgo desenvolveu uma espécie de esponja que repele água e absorve óleo.

Sua invenção pode vir a ser utilizada em acidentes de derramamento de óleo no mar ou ainda para limpar rios poluídos, além de permitir que tanto o óleo como o filtro possam ser reutilizados depois.

3) Márcio Sequeira

Sua invenção, o Mola, atingiu o recorde de arrecadação de dinheiro por crowdfunding no Brasil, por meio da plataforma Catarse. Trata-se de um modelo composto por um conjunto de peças moduladas que se conectam por imãs para tornar a abordagem das disciplinas de estrutura nos cursos de arquitetura e engenharia mais palpável e dinâmica.

Com sua invenção, é possível montar mais de 100 configurações estruturais diferentes.

Mola Structural Model from Mola Structural Model on Vimeo

4) Thiago Mundano

Um dos grandes destaques da conferência TED Global, que aconteceu no Rio de Janeiro nesse segundo semestre, coube ao criador do projeto  Pimp My Carroça. Thiago faz grafites em carroças de catadores de produtos reciclados nas ruas. O desejo é que a cidade “enxergue” os catadores e, consequentemente, dê valor a sua atividade.

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Foto: FFW

5) Lorrana Scarpioni

A brasileira é a empreendedora por trás do Bliive, a rede social em que os usuários se cadastram para trocar seu tempo livre. Lá, você oferece uma hora do que sabe fazer de melhor – uma aula de dança, por exemplo – e ganha um timemoney para gastar com os serviços oferecidos por outro usuário.

Falamos dessa incrível rede aqui.

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Foto: Arquivo pessoal Lorrana Scarpioni

6) Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe

Anápuaka é um índio conectado. De etnia Tupinambá e Pataxó, Hã hã hãe saiu da Aldeia Água Vermelha (Bahia) quando tinha 13 anos. Veio para o Rio de Janeiro, onde formou-se em Gestão de Marketing e Jornalismo de Políticas Públicas Sociais.

Hoje, além de gestor da ONG Raízes Históricas Indígenas (RAHIS), ele está à frente da Rádio Yandê, a primeira rádio indígena online do Brasil. No último final de semana, a rádio foi uma das contempladas do Prêmio Brasil Criativo.

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Foto via

7) Davi Braga

Com apenas 13 anos, Davi roubou a cena esse ano na Demo Brasil, evento que reúne empreendedores e investidores no ramo de startups de todo o país. Seu projeto, o List-it, é um sistema que facilita a pesquisa de preços e compra de material escolar. As escolas cadastram o material exigido e os pais podem fazer a pesquisa de preço de cada item e realizar a compra online, ficando a startup com 10% do valor da compra.

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Foto Fleury

8) Osvaldo Tavares

O estudante de engenharia mecânica, de apenas 21 anos, criou um protótipo inovador, que pretende servir como ferramenta para resolver o problema da escassez de água no Nordeste, mais precisamente no Ceará. O experimento retira sais da água a partir da luz solar. Com base nos primeiros testes, a média alcançada foi de 28 litros de água dessalinizadas em um período de 24 horas. Com base nesse valor, estima-se que cada equipamento possa vir a fornecer água potável para até 13 pessoas em uma comunidade isolada.

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Foto Tribuna do Ceará

9) Georgia Gabriela da Silva Sampaio

O diagnóstico da endometriose, doença que acomete um grande número de mulheres, é feito por meio do exame de ultrassonografia, e seu tratamento, que prevê até um processo cirúrgico, é muito restrito. Pensando nisso, e tendo o histórico de uma tia acometida pela doença, que chegou a extrair o útero, Georgia desenvolveu um projeto, também selecionado pelo Village to Raise a Child, que consiste na criação de um método menos invasivo e mais barato, por meio de exame de sangue, para o diagnóstico da doença.

10)   Rodolfo Henrique Fischer

Rodolfo é o responsável pela criação da primeira unidade do Alpapato (Anna Laura Parques para Todos), situado na AACD do Parque da Mooca em São Paulo. Criado em homenagem a filha, Anna Laura, que faleceu em um acidente aos 4 anos de idade, o parque traz consigo algo definido por seu criador como um “novo conceito de acessibilidade”.

É o primeiro e único parque infantil deste tipo no país, com 15 brinquedos adaptados, como balanços, escorregador, trepa-trepa e cama elástica, que acrescentam recursos lúdicos ao processo de reabilitação das crianças.

Fonte: Hypeness

 

agosto 12th, 2014

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6 passos para estabelecer um diferencial para a sua empresa

Especialista afirma que empresas com diferenciais claros tendem a crescer mais do que outras e conseguem perpetuar seu crescimento.

 Getty Images

Pessoas trabalhando em empresa

Criando um negócio de alto impacto: estabelecendo um diferencial claro.
Escrito por Arthur Valadão, especialista em empreendedorismo

Acreditamos que toda empresa resolve um problema. Algumas melhores do que outras. Nesse aspecto, a Endeavor busca empresas que não fazem mais do mesmo, mas as que fazem algo diferente para resolver esse problema. Acreditamos que empresas com diferenciais claros tendem a crescer mais do que outras e perpetuar seu crescimento. Afinal, toda empresa tem concorrentes. O que vai definir o vencedor são esses diferenciais.

Para saber se sua empresa tem um diferencial claro e sustentável, é preciso questionar: o que meu negócio faz, diferente do concorrente, que tem um valor muito grande para o cliente? Na Endeavor é comum recebermos respostas do tipo: “o meu preço é mais barato”, ou “meu atendimento é melhor”, ou ainda “consigo entregar mais rápido”. Mas essas características em si não são os verdadeiros diferenciais.

Se sua empresa oferece um preço menor porque trabalha com uma margem menor do que seu concorrente, amanhã ele pode começar a praticar essa mesma margem, e então você não terá mais diferencial. Se você atende melhor porque sua empresa ainda é pequena e isso permite um atendimento personalizado, você provavelmente não conseguirá manter esse diferencial quando aumentar o volume de vendas. Se você atende mais rápido porque tem mais produtos à pronta entrega no estoque, logo isso será seu gargalo de crescimento e não seu diferencial.

São as razões por detrás dessas vantagens que as transformam em diferenciais competitivos. Se uma nova metodologia, tecnologia ou a padronização de algum processo foi criada e isso possibilitou um preço ou atendimento melhor, então você tem um bom diferencial. É importante que ele seja claro, sustentável e difícil de ser copiado.

1. Conheça bem a sua empresa
O empreendedor precisa conhecer muito a fundo o problema que quer resolver: Quem ele afeta? Qual o tamanho desse mercado? Quais soluções já são oferecidas por outras empresas? E o mais importante: Como posso oferecer uma solução melhor para o cliente? Para ficar mais claro, abaixo estão alguns exemplos de diferenciais competitivos de longo prazo.

2. Seja o primeiro
Uma empresa só não tem concorrentes diretos quando ela é a primeira a resolver o problema. Geralmente porque se trata de um problema que não existia há pouco tempo. Mas é verdadeira a máxima que diz: “onde tem mel, tem abelhas”. Para alguns tipos de negócios, ser o primeiro a identificar o problema pode ser um diferencial.

Isso acontece quando o sucesso daquele segmento depende da produção em larga escala ou de uma boa rede de clientes. As empresas que tomarem a dianteira nesse mercado terão a oportunidade de produzir com grande volume, oferecendo preços competitivos e conquistando uma boa base de clientes antes que as “abelhas” atuem nesse segmento.

3. Crie barreiras de saída
Negócios que possuem barreiras de saída são aqueles que conseguem que o cliente crie tamanha dependência pelo produto ou serviço que fazer a substituição por outro fornecedor se torna muito complexo e oneroso. São os casos de empresas de ERP. Para trocar o fornecedor serão necessárias muitas adaptações e todo o trabalho de inserir e treinar a equipe para utilizar um novo sistema.

4. Forme um time excelente
Costumamos dizer que uma empresa é tão boa quanto o time que a compõe. A AMBEV é um exemplo disso. A companhia tem uma série de diferenciais como sua capacidade de produção e escala, uma marca forte, entre outros. Mas, talvez seu maior diferencial e o mais difícil de ser copiado, é o time. Aliado a um excelente modelo de gestão e à cultura de resultados, esse diferencial a torna a maior cervejaria de todas.

5. Venda algo intangível
Um dos diferenciais mais difíceis de ser construído, mas também um dos mais difíceis de ser superado é o valor intangível associado a um produto ou serviço. Um caso disso é a rede de salões Beleza Natural. Muitos poderiam pensar que o diferencial do negócio é a fórmula de tratamento para cabelos cacheados que é patenteada. Mas o verdadeiro diferencial da rede é a experiência. O Beleza Natural consegue vender autoestima. As clientes são recebidas em um tapete vermelho e são inseridas numa atmosfera de encantamento, atendidas por uma equipe calorosa que tem “cacho na alma”.

6. Incentive a cultura de inovação
Desenvolver tecnologias e patenteá-las também é uma forma de criar barreiras à concorrência. No entanto, é possível criar tecnologias semelhantes sem infringir a patente. Além disso, a patente morre com o tempo. Mais do que se proteger, é importante criar uma cultura na qual a equipe esteja voltada à desenvolver tecnologias muito à frente do que já existe.

A corrida nunca acaba e tão importante quanto iniciar um negócio com diferencial claro estabelecido, é continuamente reforçar seus diferenciais e buscar criar novos. Com tempo e dinheiro quase tudo é copiável. Por isso, não se pode parar de fortalecer, inovar e questionar se é possível fazer melhor.

Fonte: Exame Abril 

maio 8th, 2014

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Conheça a nova e menor caneta do mundo que te permite desenhar em 3D

Desenhar no ar nos parece algo comum desde os primeiros anos da infância. Com a ajuda da tecnologia, estamos cada vez mais próximos de dar vida a estes desenhos, através das canetas que desenham em 3D, que estão sendo desenvolvidas por algumas empresas.

A novidade da vez é a LixPen, que, com a promessa de ser a menor caneta do gênero, já apresenta novidades em relação a outra versão lançada: é leve, pequena e aparentemente não utiliza muita energia. O tamanho exato é 6,45 cm de comprimento e 0,55 de diâmetro, pesando 35 gramas, o que permite que você a carregue com facilidade por todos os cantos.

Um cabo entre ela e o computador faz com que sua matéria-prima, a tinta à base de plantas ou plástico, se aqueça a 180° e assim você forme seus desenhos no ar, em forma tridimensional. O material pode ser utilizado no desenvolvimento de jóias, arte abstrata, desenho industrial e muitos outros.

A empresa garante não ter concorrência no mercado atualmente e que o único problema da caneta é que ela exige uma boa habilidade de quem a usa, já que deve ser segurada com bastante firmeza para se formar um desenho legal. O projeto chega em breve no Kickstarter com dois modelos, mas já aceita encomendas através do site oficial: um modelo por US$ 139,95 e uma caneta esferográfica comum, réplica da LIX, por US$ 59,95.

Dá uma olhada no vídeo promocional e nas imagens abaixo que vão te deixar de queixo caído:

Fonte: Soccial

outubro 8th, 2013

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FOGO OU FORÇA DA MÃO PODERÃO CARREGAR IPHONE

Com a finalidade de não depender de energia elétrica para carregar um iPhone, dois carregadores diferentes foram criados. Um deles usa um dínamo, como lanternas de acampamento, e a força da mão, enquanto o outro tem no calor do fogo a fonte de energia.


A capa de iPhone Mipwr Dynamo oferece uma alavanca escondida, que o usuário deve apertar repetidas vezes, fazendo girar um dínamo que produz energia para recarregar o telefone. Os inventores, do estado americano de Illinois, dizem que a cada minuto de movimento o gadget gera 30 segundos de conversação. A capa ainda tem a capacidade de armazenar a carga e funcionar como uma bateria extra, para mais duas horas de conversação. A energia gerada com o dínamo é de indução eletromagnética, explicam os inventores.
O Mipwr Dynamo oferece, ainda, uma entrada mini-USB para carregar com energia elétrica, que funciona tanto para a bateria extra de 400 mA quanto para o iPhone, simultaneamente. O produto funciona com iPhones 4, 4S, 5 e 5S e deve ser vendido a US$ 25.

 

 

O outro invento, onde a fonte de energia para gerar carga para o iPhone é o fogo, chama-se FlameStower. Segundo os criadores, com output de 3W, cada minuto sobre o fogo faz o carregador oferecer de 2 a 4 minutos de carga para o iPhone – ou para qualquer outro dispositivo com carregador USB. Tudo depende da intensidade do fogo – a velocidade é semelhante à recarga via USB usando um computador ou laptop.
A chama que faz o carregador funcionar pode vir de um fogão de acampamento ou da boca normal de um fogão caseiro, ou qualquer chama alimentada a gás. O gerador é termoelétrico: uma chapa de metal é aquecida pelo fogo de um lado, e um recipiente de água esfria a chapa do outro, criando a diferença de temperatura necessária à geração da carga. O preço ao consumidor chegará a US$ 80.
Ambos inventos esperam financiamento coletivo no Kickstarter para produção em escala.
Fonte: Terra

 

 

 

 

 

 

agosto 14th, 2013

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INPI começa a se adequar ao Protocolo de Madrid

Por Bárbara Mengardo | De São Paulo

Vinte e quatro anos depois da edição do Protocolo de Madrid, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) começa a dar os primeiros passos para se adequar ao acordo internacional para registro de marcas, enquanto aguarda uma decisão sobre a adesão do Brasil ao tratado. O órgão pretende reforçar seu quadro de funcionários e, até o fim do ano, abrir a possibilidade de registro de marcas em mais de uma classe simultaneamente.

 
Em abril, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) recomendou a adesão do Brasil ao Protocolo de Madrid. A proposta foi encaminhada para a Casa Civil da Presidência da República, que deverá enviar o texto para o Congresso Nacional. O tratado facilitará o registro de marcas nacionais no exterior. Por meio dele, será possível apresentar um só pedido para todos os países participantes, reduzindo custos e procedimentos. O protocolo já recebeu a adesão de 89 países, dentre eles os Estados Unidos, toda a União Europeia, China e Índia.

 
Com um reforço de pessoal, o INPI quer reduzir o tempo de análise de marcas e cumprir o que determina o protocolo. O acordo prevê prazo máximo de um ano e seis meses para a apreciação. Sem uma resposta após esse período, a marca é automaticamente concedida. Hoje, de acordo com o INPI, a demora é de, em média, dois anos. De acordo com advogados que atuam com propriedade industrial, entretanto, a espera pode chegar a três anos. “Com o atual número de examinadores, o INPI não está habilitado a atender às regras do protocolo”, diz o advogado Fabiano de Bem da Rocha, do Kasznar Leonardos.

 
Recentemente, o INPI contratou 15 examinadores, segundo a diretora substituta de marcas do INPI, Sílvia Rodrigues. E o órgão, hoje com 52 profissionais, poderá admitir ainda mais 90. As contratações estão garantidas por lei, editada em junho. É necessário, porém, que o Ministério do Planejamento autorize a realização de concurso público. “Com esse reforço, o órgão espera que em 2015 seja possível analisar uma requisição desse tipo em até nove meses”, afirma Sílvia.

 
Para o advogado Andrew John Bellingall, do Daniel Advogados, a adesão do Brasil ao acordo internacional seria benéfica e poderia incentivar as exportações. “O grande benefício para uma empresa brasileira seria a proteção de suas marcas em todos os países que desejar, de uma forma muito mais simples, rápida e barata”, diz.

 
Com o protocolo, uma empresa poderá formular apenas um pedido de registro de marca, e elencar, pelo site da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), os países nos quais gostaria que a requisição fosse analisada. Para advogados, o sistema tornaria muito mais fácil o processo de registro. “Hoje, é preciso contatar um escritório especializado em registros de marcas em cada um desses países”, diz o advogado Benny Spiewak, do Zancaner Costa, Bastos e Spiewak Advogados.

 
Enquanto discute-se a adesão do Brasil, o INPI tenta facilitar o registro de marcas e se adequar ao Protocolo de Madrid. Entre as medidas a serem adotadas está a implementação do sistema que possibilitará ao depositante pedir o registro de uma marca em mais de uma classe simultaneamente. O sistema, de acordo com a chefe do Serviço de Estudos e Projetos Especiais da Diretoria de Marcas do INPI, Elisângela Santos da Silva, começará a funcionar neste ano.

 
Hoje, as grandes marcas são registradas em diversas classes. A expressão Coca-Cola, por exemplo, é protegida em mais de 10 classes, que abrangem desde bebidas até instrumentos musicais e artigos feitos com couro.

 
Elisângela afirma que ainda não é possível saber se a mudança tornará o registro de marcas mais barato. Mas, segundo ela, “tende a reduzir” o tempo de análise dos pedidos de marcas. “Vai facilitar o acompanhamento, por ter só um número de pedido. E o INPI, em vez de cinco ou seis pedidos, vai analisar um só”, diz.

 
Outra mudança, ainda sem data para ser implementada, é a possibilidade de mais de um titular requerer o registro de uma marca. “Hoje não existe a possibilidade, por exemplo, de todos os integrantes de um grupo musical requererem uma marca. É preciso montar uma empresa ou um só depositar a marca”, afirma Elisângela.

 
Para o presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), Luiz Henrique do Amaral, um dos problemas do INPI é a falta de autonomia orçamentária. “Os usuários do sistema [de propriedade industrial] pagam taxas, que são levadas para o caixa único do Tesouro. Depois é feito o orçamento da União, e essas taxas não voltam todas para o INPI”, diz Amaral.

 
A ABPI, segundo ele, irá propor ao governo federal a transformação do INPI em uma agência reguladora da área de propriedade industrial, que contaria com a participação da iniciativa privada. Com a mudança, o órgão também ficaria responsável pelos registros ligados à área de literatura, música, arquitetura e produção audiovisual. A possibilidade será discutida durante o 33º Congresso Internacional da Propriedade Intelectual, organizado pela ABPI, que será realizado neste mês.

 

Fonte: Senado

junho 27th, 2013

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4 pontos que devem ser checados antes de comprar uma empresa

Especialista explica quais documentos precisam ser avaliados pelo pequeno empresário antes de fechar a compra de uma empresa.

Prancheta

Quais documentos precisam ser checados antes de comprar uma empresa?

Respondido por Raul Monegaglia, advogado

Quando se compra uma empresa, ocorre a sucessão empresarial. Isso significa que o adquirente será responsável pelos direitos e obrigações do negócio que está assumindo. Quanto aos direitos, o adquirente deve verificar se o negócio principal da empresa é lucrativo e se valerá a pena o investimento. Se a empresa a ser adquirida possui uma patente, é preciso verificar se está devidamente registrada e quanto tempo ainda resta de exploração.

O mesmo deve ocorrer com uma marca. Se a empresa possui imóveis ou pontos comerciais, é importante verificar se os imóveis são realmente de titularidade da empresa, ou se os contratos de locação permitem que ocorra a cessão do controle acionário sem ocasionar a perda do direito de exploração do ponto comercial. Se a empresa possuir créditos, verificar a viabilidade de recebê-los, ou se são créditos “podres”. E, se possuir contratos de fornecimento, checar o prazo e as garantias de continuidade de fornecimento.

A intenção deste artigo não é esgotar os pontos a serem examinados, até porque isto dependerá do tipo de empresa a ser adquirida. Por isso, quanto às obrigações antes de comprar uma empresa, podemos destacar:

1. Dívidas
Se possui dividas com bancos e impostos não recolhidos. Neste caso, vale ressaltar que é preciso verificar se a empresa está lançando e recolhendo os impostos corretamente. Isso pode gerar um passivo iminente, que precisa se quantificado, ainda que aproximadamente.

2. Funcionários
Verificar se a empresa possui processos trabalhistas em andamento, bem como verificar se os funcionários estão registrados corretamente, pois também pode gerar um passivo iminente. Verificar se houve demissões nos últimos dois anos, se os funcionários foram pagos corretamente e, caso decidam entrar com reclamação trabalhista, quanto a empresa poderá perder com isso.

3. Processos
Se a empresa está no polo passivo de ações judiciais, principalmente execução de qualquer natureza.

4. Obrigações de longo prazo
Se a empresa se comprometeu com contratos de longo prazo.

Fonte: Exame Abril 

maio 13th, 2013

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Jovens brasileiros criam 11 patentes 'ecológicas' em corrida da inovação

Filtro de água para praias que brilha à noite é uma das patentes. Projetos foram desenvolvidos em 72 horas por estudantes brasileiros.

Estudantes desenvolveram filtro de água que pode ser instalado em parques, calçadas e orla para oferecer água potável aos cidadãos (Foto: Ricardo Barreto/Divulgação)

Projeção de um filtro de água que pode ser instalado em parques, calçadas e orla para oferecer água potável e ainda ilumina à noite (Foto: Ricardo Barreto/Divulgação)
A Innovation Race, uma corrida pela inovação para o desenvolvimento sustentável realizada no Planetário do Rio, terminou na tarde desta sexta-feira (1º) com vinte projetos de produtos para melhorar a vida das pessoas. Destes, 11 projetos desenvolvidos por 12 estudantes de mestrado e doutorado de quatro grandes universidades (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Universidade Federal Fluminense, Universidade Federal do ABC e PUC-Rio) vão ser patenteados.

A corrida da inovação faz parte da “Semana da Inovação Brasil-Suécia: Inovação para o Desenvolvimento Sustentável”, promovida pelo governo da Suécia. O evento começou na segunda-feira (28) e foi até a sexta (1º), quando os produtos foram apresentados pelos estudantes. Em apenas 72 horas, os estudantes desenvolveram soluções tecnológicas e inovadoras para problemas do dia a dia das grandes cidades.

Entre os produtos que podem ser desenvolvidos comercialmentes estão uma ducha que usa bomba de calor, teste para a potabilidade de água nas residências e um filtro de água que pode ser instalado na orla de praias como Ipanema para oferecer água potável aos cidadãos. O filtro ainda é equipado com uma placa fotovoltaica que se ilumina à noite sem qualquer uso de eletricidade.

A OS PRODUTOS CRIADOS NA INNOVATION RACE QUE VÃO VIRAR PATENTES

Reducha – um novo conceito para aquecimento de água em chuveiros utiliza a bomba de calor, que transporta a energia disponível no ambiente para o banho e reduz o consumo de energia em até 80%.

Calor Verde – kit para reciclagem de calor. Aproveita a energia dispensada de sistema de refrigeração de casas e transforma esta energia em calor para aquecer a água do banho, por meio de um conjunto de tanques termicamente isolados. O calor pode ser armazenado e utilizado no momento mais conveniente.

Evergreen – sistema de drenagem feito com placas modulares de resinas poliméricas que, fixadas ao chão, são capazes de absorver até 50% mais água. É uma excelente solução para evitar enchentes.

Twin bags – sacos plásticos multipartidos e destacáveis que facilitam a separação do lixo orgânico dos materiais recicláveis. Assim, em uma única lixeira é possível ter dois compartimentos separados, identificados por cores diferentes, auxiliando a identificação para o sistema de coleta pública.

Vertical Innovative pumping system (VIP) – sistema que permite que fluidos sejam elevados pelo fenômeno da capilaridade, sem haver a necessidade de bombeamento – é capaz de bombear a água da chuva que escoou sobre o solo e armazená-la em reservatórios suspensos acoplados ao sistema.

Adulteste – teste simples e rápido que avalia qualitativamente a gasolina e o percentual de álcool presente que servirá como indicador de adulteração de combustível.

Ecoflush – mecanismo híbrido que combina a descarga convencional com a neutralização química. Elimina resíduos líquidos com uma mistura de espuma e neutralizantes que apresentam o mesmo efeito que a descarga comum, de forma econômica e sustentável.

Rio fonte de vida – filtro de água que pode ser instalado em parques, calçadas e orla para oferecer água potável aos cidadãos. O filtro ainda é equipado com uma placa fotovoltaica que se ilumina à noite sem qualquer uso de eletricidade (design vira patente).

Hot cool – Sistema de refrigeração através de reações químicas, que absorvem calor do meio ambiente a um baixo custo.

B.O.A.T. – teste simples e rápido para pessoas leigas avaliarem a potabilidade da água em suas próprias casas. Esta inovação gera duas patentes: teste de água e a embalagem.

Com ajuda de representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), os projetos serão patenteados e poderão no futuro se tornar produtos comercializados. Os projetos começaram a ser pensados na tarde de segunda-feira e, em 72 horas, foram desenvolvidos, analisados e projetados.

Ducha com bomba de calor e kit para reciclagem de calor (Foto: Ricardo Barreto/Divulgação)

Ducha com bomba de calor e kit para reciclagem de calor (Foto: Ricardo Barreto/Divulgação)
Com o apoio de um coordenador e um designer, e um “back office” formado por pesquisadores, advogados de patentes, analistas de mercado, economistas e criadores de protótipos, os grupos apresentaram na sexta-feira os resultados desta corrida contra o tempo.

Uma das principais características desta corrida é que cada um dos participantes tem uma formação acadêmica diferente dos demais. Entre os competidores estão jornalista, engenheira de produção, engenheira química, biomédica, publicitária, microbiologista, químico e administrador de empresas, entre outros.

BASE DO FUTEBOL

Esta é a 36ª edição da Innovation Race. A corrida foi criada pelo professor sueco Kaj Mickos, que defende a ideia de se democratizar o processo de inovação. Segundo ele, é preciso reunir uma filosofia capaz de entender que são as pessoas, e não a tecnologia, que produzem inovação.

Participantes da corrida da inovação comemoram o fim do período de 72 horas de criação (Foto: Ricardo Barreto/Divulgação)

Participantes da corrida da inovação comemoram o fim do período de 72 horas de criação (Foto: Ricardo Barreto/Divulgação)

“Reunimos estudantes que não se conheciam e não tinham nenhuma ideia preparada para em um tempo recorde desenvolver soluções para problemas da cidade”, destaca. “Isso mostra que é possível sim fazer inovação. E isso vale para qualquer pessoa, jovem, velho, com ou sem curso superior.” Para isso, é preciso contar com investimento, reunir especialistas em diversas áreas e um líder que não tenha apenas o “know how” (como fazer), mas o “know who” (detectar quem pode fazer o quê).

Mickos faz uma comparação com o futebol. Ele explica que no futebol existe uma pirâmide na qual a base é formada por jogadores desconhecidos, times pequenos, estádios, campeonatos, transmissões esportivas. E no topo da pirâmide está um grupo seleto dos grandes astros, como Neymar, Ronaldo, Pelé, Romário. “Quando se fala em inovação, só querem saber desta elite de craques, mas o que realmente sustenta e importa é toda a base, os pequenos projetos e conhecimento desenvolvido”, afirma o sueco. “É impossível saber no início se um projeto vai virar um produto comercialmente sustentável, mas é preciso desenvolver processos para fazer aparecer estes craques.”

O professor vê o Brasil com grande potencial para desenvolver soluções inovadoras. “É um país com tantas pessoas diferentes, uma energia muito grande, precisa saber canalizar esta criatividade.”

Fonte: G1

março 14th, 2013

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Apple move processo contra café de 35 lugares em Bonn / Alemanha

Maçã parece ser mesmo o fruto proibido. Ao menos na interpretação da gigante do ramo de informática Apple. Desde 2011 a empresa move um processo contra um café de 35 lugares num bairro residencial de Bonn, Alemanha. A alegação é que a logomarca do estabelecimento gastronômico poderia provocar confusão entre os clientes que consomem os eletrônicos com a marca da maçã. Mas a batalha judicial parece estar perto do fim.

A casa que serve café, chás e é especializada em doces feitos de maçã se chama Apfelkind (literalmente: “maçã-criança”). O café usa como marca uma maçã vermelha vazada, com a ilustração do rosto de uma criança dentro. É um café para mães e filhos, com espaço para os pequenos brincarem, enquanto as mães consomem as especialidades feitas com a fruta.

A batalha pelo direito de usar o próprio logotipo para estampar camisetas e brinquedos ou mesmo para transformar o negócio numa franquia, começou em 2011. Pouco tempo depois de dar entrada no registro da marca, a proprietária do Apfelkind, Christin Römer, recebeu uma carta da empresa Apple.

Em declarações à imprensa local, na época do início do processo, ela contou que sua primeira reação foi achar que se tratava de uma brincadeira. Mas depois percebeu que o assunto era sério. “Compreendo que a Apple queira proteger sua marca, mas, por favor, deve olhar onde”, comentou então.

Perto do fim
Segundo informações da imprensa alemã, o representante jurídico da Apple reuniu-se com Römer a portas fechadas, no final de fevereiro. O encontro teria ocorrido no próprio café, permitindo que o advogado conferisse de perto a aplicação, em canecas, luminárias e almofadas, da logomarca considerada uma ameaça pela empresa norte-americana.

Em declaração ao jornal alemão Die Welt, a dona do café disse que a história deve ter um desfecho em breve e que está otimista com o resultado da conversa. No entanto, não revelou detalhes de um possível acordo. A disputa corre no Departamento Alemão de Patentes e Marcas, sediado em Munique, onde Römer deu entrada no registro da logomarca em abril de 2011.

Repercussão
A notícia do processo correu a imprensa mundial. A diferença de força das partes fez com que a disputa fosse comparada a luta de Davi contra Golias, em alusão a passagem bíblica da Batalha dos Filisteus. A proprietária recebeu chamadas de jornalistas até do Japão, curiosos com o embate da poderosa Apple contra o pequeno café. Ironicamente, as chamadas chegavam a Christin pelo seu iPhone. “Eu adoro os produtos da Apple”, contou.

O processo repercutiu também em sites especializados em informática. A sugestão do Tech.Blorge, por exemplo, foi que, por achar os dois logos passiveis de confusão, a empresa norte-americana estaria precisando de um exame de vista.

Fonte: DW

 



janeiro 29th, 2013

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Patente de óculos registrada pelo Google

Uma patente registrada pelo Google poderá dar novas opções de meios de comunicação para os óculos Project Glass da empresa.
Os desenvolvedores que começarão a mexer com o Project Glass neste mês também poderão explorar a nova patente da empresa que permitiria incluir um projetor a laser nos óculos.
Uma patente registrada pelo Google poderá dar novas opções de meios de comunicação para os óculos Project Glass da empresa.

Os desenvolvedores que começarão a mexer com o Project Glass neste mês também poderão explorar a nova patente da empresa que permitiria incluir um projetor a laser nos óculos.

Fonte: Info Abril

 



janeiro 17th, 2013

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ABPI presente em Genebra na reunião sobre o Acordo de Lisboa

A 6ª Reunião do Grupo de Trabalho da OMPI que tratou da revisão do Acordo de Lisboa de 1958, realizada de 3 a 7 de dezembro últimos, em Genebra, avançou na elaboração do novo texto, que, além das denominações de origem incluirá as indicações geográficas e as marcas de certificação, o sistema vigente nos Estados Unidos. No encontro, no qual a ABPI esteve representada pelo advogado Carlos Henrique Fróes, foi decidido que, para a aprovação formal do documento, serão realizadas ainda duas outras reuniões do grupo no primeiro semestre de 2013.

Estavam presentes ao evento, além de delegados dos principais países que aderiram ao Acordo de Lisboa, como França, Itália e Portugal, representantes de entidades internacionais e nacionais, na qualidade de observadores, entre elas a União Europeia, INTA, CEIPI, OIV (Organisation Internationale de la Vigne et du Vin), OHIM (Office for the Harmonization in the Internal Market), MARQUES (Association of European Trademark Owners) e ORIGIN (Organization for an International Geographical Indications Network). O objetivo principal do encontro, segundo o vice-presidente do Escritório Húngaro da Propriedade Intelectual , Mihály Ficsor – eleito para presidir a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho da OMPI – era a aprovação de um novo texto para o Acordo de Lisboa, que pudesse motivar outros países a aderir a esse importante ato internacional.

Em uma de suas intervenções, Fróes, membro vitalício do Conselho Diretor da ABPI, considerou a possibilidade de a ABPI propor ao governo brasileiro a adesão do país ao novo texto do Acordo de Lisboa. Para acesso ao relato completo de Fróes sobre a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho da OMPI (clique aqui e acesse), bem como à nova redação do artigo 10 do documento (clique aqui e acesse).

Fonte: ABPI

 



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