agosto 14th, 2015

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Confira as marcas que mais registraram patentes entre 2009 e 2013

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Geralmente o que vemos são os desenhos dos futuros (ou não) lançamentos das montadoras nos serviços de patentes existentes no mundo. No entanto, as novas tecnologias e ideias dos fabricantes vão muito além disso nesses registros.

O número de registro é enorme, tendo sido feitos 18 mil em 2009 e 40 mil em 2013. Uma pesquisa revelou a quantidade por marca nesse período, sendo divididos por volume patenteado, tipos de registro, economia, telemática, condução autônoma e assistência à condução.

No geral, Toyota e Bosch lideram entre as empresas do setor. A maioria das patentes é referente a motor, enquanto a Hyundai lidera em economia, a GM em telemática, a Toyota em condução autônoma e a Bosch em sistema de auxílio ao motorista.

Confira abaixo as marcas que mais registraram patentes entre 2009 e 2013:

Marcas

1) Toyota – 6.308
2) Bosch – 4.889
3) Hyundai – 3.777
4) Honda – 3.001
5) Denso – 2.650
6) Seiko Epson – 2.571
7) Daimler – 2.557
8) GM – 2.469
9) Mitsubishi – 1.905
10) Continental – 1.785

Patentes automotivas

1) Propulsão – 36.029
2) Navegação – 23.212
3) Condução – 21.546
4) Segurança – 10.853
5) Entretenimento – 5.649

Economia de combustível

1) Hyundai – 436
2) GM – 429
3) Ford – 323
4) Toyota – 313
5) Honda – 152

Telemática

1) GM – 228
2) Hyundai – 78
3) Marvell – 48
4) LG – 44
5) Denso – 41

Condução autônoma

1) Toyota – 73
2) GM – 45
3) Hitachi – 31
4) Daimler – 27
5) Hyundai – 23

Assistência à condução

1) Bosch – 262
2) Daimler – 148
3) Continental – 100
4) Valeo – 90
5) Audi – 83

[Fonte: Auto Cosmos]

Fonte: Notícias Automotivas

agosto 3rd, 2015

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Google perde ação contra a Microsoft por violação de patentes

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Um tribunal de apelações nos Estados Unidos recusou nesta semana o recurso do Google em uma ação sobre violação de patentes que envolve também a Microsoft. Em 2010, a Microsoft processou a Motorola alegando que a empresa havia violado a obrigação de oferecer licenças para patentes a um custo razoável.

O julgamento realizado em 2012 decidiu que a taxa de royalties adequada era de US$ 1,8 milhão, bem menor do que os US$ 4 bilhões pedidos por ano pela empresa. Insatisfeito, o Google recorreu à decisão.

De acordo com o tribunal de apelações, o valor de licenciamento estabelecido, apesar de ser uma pequena fração do solicitado pela Motorola, é o correto. A corte também determinou que o Google pague US$ 14 milhões à Microsoft por violação de contrato.

Apesar de ter vendido a Motorola para a Lenovo no ano passado, o Google manteve a posse das patentes.

As duas companhias se recusaram a comentar a decisão.

Via Reuters

Fonte: Olhar Digital

julho 23rd, 2015

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Apple registra patente que descreve recursos de toques nas laterais do aparelho

O escritório de patentes dos EUA publicou a invenção da Apple de número 9,086,738 que descreve uma solução para o problema de muitos donos de iPhones e tablets na a tentativa de interagir com interfaces de usuário muito granulares em telas multitoque com a precisão que desejam.

Como a Apple observa, telas touchscreen se destacam em operações menos granulares, que exigem apenas swipes e poucos toques, mas são muitas vezes inadequadas para realizar ajustes finos. Por exemplo, escolher um caractere específico em uma linha de texto é difícil em uma interface touch porque o mecanismo se baseia em um objeto de entrada com uma área relativamente grande para o contato – o dedo do usuário, que inclusive varia de tamanhos. Outro exemplo que muitos usuários enfrentam é a seleção específica de letras em um texto.

O iOS possui recursos como uma ampliação virtual da interface, que pode ser uma solução alternativa para facilitar alguns ajustes, mas isso está longe de ser um método ideal para atingir maior precisão, como a que temos com um mouse na tela de um PC. Dessa vez, ao invés de procurar uma resposta na tela multitoque, a Apple resolveu criar uma solução utilizando os sensores de movimento disponíveis em sua linha de dispositivos.

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Em uma das formas de aplicar a ideia, o usuário é capaz de mover um objeto exibido na tela com extrema precisão, talvez pixel por pixel, através de toques leves na lateral do iPhone. Gestos de toques em partes que não são nativamente sensíveis ao toque em um dispositivo são detectados pelo acelerômetro ou giroscópio e processados naturalmente como um toque na tela. Os inputs são representados na tela em direção igual ou contrária. Por exemplo, um leve toque no lado direito do iPhone poderia mover um objeto para a esquerda, e vice-versa.

A segunda aplicação da tecnologia seria uma nova forma de selecionar texto. Leves toques poderiam mover o cursor de seleção de texto por um caractere de cada vez, enquanto toques um pouco mais incisivos selecionariam palavras inteiras ou linhas. Um meio muito mais preciso. A ideia também pode ser estendida para a seleção de diversos tipos de manipulação e seleção de objetos virtuais, como selecionar um grupo de imagens para compartilhar, por exemplo, ou a imagem abaixo que ilustra linhas e colunas de uma planilha.

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A Apple também aborda possibilidades de toques em outras direções, como no topo do dispositivo, bem como multitoques, com mais de um dedo, e outras variações.

Ainda não é possível dizer se a companhia vai utilizar essas invenções nos próximos lançamentos, ou quando isso poderá ocorrer. Mas é uma excelente ideia, que sem dúvida tornará os dispositivos móveis da Maçã muito mais fáceis de manipular com precisão em certas ferramentas cotidianas.

Fonte: Tudo Celular

julho 14th, 2015

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Novos dispositivos da Samsung podem contar com “botões invisíveis”, segundo patente

A Samsung é conhecida mundialmente pela sua ânsia por inovação, sendo responsável pelo lançamento de várias tecnologias interessantes, tanto na área de hardware quanto na de software. Agora, uma nova patente da sul-coreana foi descoberta pelo pessoal do patentlyapple.com, demonstrando que ela pode trazer algumas novidades que irão alegrar aos usuários de seus aparelhos.

De acordo com o que foi visto no documento enviado ao escritório de patentes dos Estados Unidos (USPTO), a dona da linha Galaxy parece ter descoberto um meio de criar “botões invisíveis” que podem ser customizados de acordo com o gosto do usuário e o aplicativo que estiver sendo executado. Por exemplo, pode ser definido que ao tocar no canto superior direto da tela enquanto o “modo selfie” da câmera estiver ativo o aplicativo irá capturar uma imagem, sendo algo mais intuitivo do que procurar pelo botão predefinido pelo app.

Isto é algo que pode ser utilizado até mesmo em jogos e outros tipos de aplicações, permitindo uma imersão muito maior durante um momento de entretenimento, como passar para a próxima página ao tocar na lateral direita da tela ou voltar para a anterior ao tocar no canto esquerdo, durante a leitura de um livro.

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Vale notar que a patente teve seu pedido encaminhado pela Samsung ainda em janeiro, porém só recentemente ela foi publicada no site do UPSTO, demonstrando que eles demoraram um pouco mais do que o previsto para aceitá-la. Com isso, pode ser que a Samsung não consiga inserir esta função já no Galaxy Note 5, principalmente se decidir antecipar o lançamento do aparelho como vimos recentemente, fazendo com que ela esteja presente apenas no Galaxy S7.

A sul-coreana ainda não se pronunciou sobre o assunto, não sendo certo que veremos esta função sendo inserida nos seus dispositivos em um futuro próximo. Ainda assim, é pouco provável que algo tão útil quanto isto fique de fora dos próximos lançamentos da empresa, já que ela sempre procura adicionar o máximo de facilidades possível para seus usuários.

Fonte: Tudo Celular

julho 8th, 2015

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Patentes da Nokia revelam vários projetos de smartwatch e sistemas de notificação

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Depois de ter vendido seu negócio de smartphones para a Microsoft, a Nokia ficou um tempo apenas observando a gigante de Redmond lançar dispositivos com sua marca, mas parece que a fabricante finlandesa quer voltar a ter pelo menos um pouco do espaço que um dia dominou no mercado. Enquanto busca parceiras adequadas para voltar a lançar dispositivos móveis, patentes da Nokia revelam que ela também pensa no mercado de pulseiras e relógios inteligentes, assim como fazia antes de ter projetos descontinuados pela Microsoft.

Novas patentes assinadas pela Nokia revelam possíveis designs de relógios inteligentes, além do sistema de notificação para o software que integrariam esses dispositivos. A descrição de um dos dispositivos deixa em aberto o tipo de tela, podendo incluir tecnologias resistivas, capacitivas, por infravermelho, medidor de tensão, da onda de superfície, suporte para identificar a força aplicada na tela tátil para reconhecer diferentes comandos, dentre outras.

As imagens, incluídas na galeria abaixo, também revelam que esses relógios poderiam contar com câmera e pulseira rígida, flexível, elástica, dobrável ou deformável. Poderiam ter uma única tela ou várias ao redor da pulseira. Enquanto as notificações alertariam o usuário sobre chamadas telefônicas perdidas, ou até mesmo em redes sociais, dentre outras funcionalidades.

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A Nokia ainda conta com uma marca bastante considerada no mercado, que se mantém forte principalmente no ramo dos feature phones (celulares comuns), mas também já se mostrou forte no mercado de tablets com o recente lançamento do N1 fabricado em parceria com a Foxconn.

Voltando às patentes de pulseiras e relógios inteligentes da Nokia, não é a primeira vez que a marca é vista trabalhando na área. Há dois anos vimos até mesmo um protótipo funcional com várias telas, assim como apresentada na patente recente. Relembre assistindo o vídeo abaixo.

Fonte: Tudo Celular

julho 1st, 2015

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Samsung é a empresa que mais registrou patentes voltadas para tecnologia vestível

Samsung foi a primeira empresa a começar a investir no mercado de dispositivos vestíveis, especialmente smartwatches. No entanto, a empresa não vem com desempenho sólido atualmente neste segmento. De acordo com último relatório revelado, Apple e Xiaomi estão vendendo mais produtos do que a sul-coreana em vários países, especialmente em sua terra natal.

De acordo com dados revelados pela Lux Research, mesmo a Samsung apresentando um desempenho abaixo do esperado em smartwatches, a empresa ainda é a que possui a maior quantidade de patentes relacionadas à tecnologia vestível. Só para se ter uma ideia, entre os anos de 2010 e 2015, das 41.301 novas patentes para dispositivos vestíveis, 4% delas são da Samsung. Em segundo lugar vem a Qualcomm com 3% deste total, enquanto a Apple conta com apenas 2,2%.

De todas essas patentes registradas, mais de 70% está relacionada com o uso de recursos para atividades físicas, com uso de sensores ou armazenamento de dados. Só a Samsung representa 25% deste total, o que mostra que a gigante sul-coreana realmente está empenhada em usar a tecnologia para melhorar a saúde dos seus clientes. Não é de se estranhar esses números, já que Samsung vem investindo pesado na produção de dispositivos vestíveis mais inteligentes desde 2013. No entanto, quando analisamos o registro geral de patentes, Samsung fica em segundo lugar, perdendo apenas para a IBM.

A empresa conta atualmente com o projeto Orbis que visa em trazer um novo smartwatch com conectividade independente, o que permitirá realizar tarefas sem a necessidade de ter um smartphone conectado. Claro, o produto também trará várias outras novidades relacionadas a esta grande quantidade de patentes que a companhia veio registrando nos últimos meses. O smartwatch Orbis deverá ser apresentado em setembro durante a IFA 2015 juntamente com o Galaxy Note 5.

Fonte: Tudo Celular

junho 23rd, 2015

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Supremo decide a favor da Marvel sobre patente de brinquedo do Homem-Aranha

Los Angeles (EUA), 22 jun (EFE).- A Suprema Corte dos Estados unidos decidiu nesta segunda-feira que o inventor de um brinquedo do Homem-Aranha não tem direito a receber mais compensações econômicas pela Marvel após expirar a data da patente. O brinquedo criado em 1991 por Stephen Kimble, que deve ser colocado no pulso e dispara fios de espuma, foi a base do popular “Web Blaster”, um dos brinquedos estrela da Marvel Enterprises.

A Marvel adquiriu a patente em 1997 em um acordo que previa pagar Kimble “indefinidamente”, mas desde 2010 decidiu interromper o pagamento baseada em um precedente que exonerava a companhia de desembolsar mais dinheiro depois da expiração da patente. A maioria das patentes são válidas por um período 20 anos.

Em 2013, o caso chegou ao Tribunal de Apelações do Nono Circuito, que decidiu a favor da Marvel, baseado em precedente de 1964 -Brulotte v. Thys Co.-, que definiu que os titulares dos direitos sobre uma patente não têm direito de cobrar mais compensações econômicas quando vencido do registro dela. Kimble apelou contra essa decisão na Suprema Corte pela antiguidade do precedente, mas a decisão foi mantida por seis votos a favor e três contra. “Neste mundo, um grande poder traz uma grande responsabilidade”, disse a juíza Elena Kagan a respeito, adaptando uma das frases mais famosas dos quadrinhos da Marvel.

Por essa mesma razão, explicou, a corte não deveria desautorizar o precedente. Samuel Alito, um dos juízes que se mostraram contra a sentença, considerou que o precedente que previne o pagamento de royalties após a expiração de uma patente se baseia “em uma teoria econômica que, desde então, foi desacreditada”. Para Alito, o precedente “carece de base e é prejudicial”. Entre a venda da patente e 2010, Kimble recebeu mais de US$ 6 milhões da Marvel.

Para o advogado de Kimble, o precedente de mais de 50 anos “suprime a inovação e interfere com os objetivos do sistema de patentes”. EFE mg/cd

Copyright Efe – Todos os direitos de reprodução e representação são reservados para a Agência Efe

Fonte: Notícias R7

junho 16th, 2015

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Amazon ganha patente sobre registros de formatos de orelha

Esqueça o padrão de desenho, ou o código de quatro dígitos, esqueça até mesmo o leitor de impressões digitais, para a Amazon, a nova forma mais segura e rápida de destravar um celular é usar o formato da sua orelha. A companhia acaba de ganhar uma patente sobre esta nova tecnologia que é capaz de destravar completamente o telefone toda vez que você atende uma ligação.

O formato da orelha de uma pessoa, é tão único quanto suas impressões digitais, então a ideia faz algum sentido. A patente diz que o telefone usaria a sua câmera frontal para registrar as orelhas do usuário na hora em que ele atender ao telefone.

Apesar das novidades, um mecanismo que destrava o celular na sua orelha é pouco útil para o seu dia a dia. Tanto o Android quanto o iOS permitem que você receba ligações sem precisar destravar o seu celular primeiro, e se você quisesse utilizar um aplicativo, seria necessário colocar o telefone contra a orelha e depois olhar para a tela o que é muito pouco prático.

O único grande uso da tecnologia será poder mudar algumas configurações do telefone enquanto você fala. Por exemplo, o volume da ligação, ou colocar a pessoa no modo alto-falante, ainda assim, tudo é muito limitado.

Assim como em todo registro de patentes, somente o tempo nos dirá se ela chegará a luz do dia. Apesar de ter sido concedida agora, a mesma foi registrada em 2011, muito antes do fracasso da empresa no ramo de telefonia. A Amazon disse que tentaria lançar mais algum modelo da linha Fire, mas não sabemos até agora se a empresa seguirá mesmo com essa ideia.

Fonte: Tudo Celular

junho 9th, 2015

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País demora 11 anos para aprovar patentes

No ranking mundial de backlog - tempo de pedido de patente e emissão dela, o Brasil ocupa o 19º lugar, poucos passos à frente da Polônia, última colocada
No ranking mundial de backlog – tempo de pedido de patente e emissão dela, o Brasil ocupa o 19º lugar, poucos passos à frente da Polônia, última colocada

Murilo Rodrigues Alves, do Estadão Conteúdo

Brasília – O governo brasileiro demora, em média, 11 anos para aprovar uma patente. No setor de telecomunicações, por exemplo, a espera é ainda maior, de 14 anos.

No ranking mundial de backlog – tempo de pedido de patente e emissão dela, o Brasil ocupa o 19º lugar, poucos passos à frente da Polônia, última colocada.

A patente é uma espécie de proteção, que dá direito exclusivo por um longo período sobre um produto ou processo. Os países mais rápidos nesse processo são os Estados Unidos e a Coreia do Sul, mas os vizinhos sul americanos, como Colômbia e Peru, levam de dois a três anos.

A situação se agravou com o sucateamento do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), autarquia veiculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), que concede e garante direitos de propriedade intelectual. Em 2003, o tempo médio era de 6 anos. Passou para 9 anos em 2008. Agora são 11.

Atualmente, há 184 mil pedidos de patentes para serem avaliados por 192 examinadores (980 pedidos por examinador). Nos Estados Unidos, a relação é de 77 por examinador.

O número de examinadores do INPI caiu. Em 2012, o INPI tinha 225. Cerca de 100 examinadores que passaram no concurso esperam ser chamados a trabalhar.

Essa demora faz com que alguns pedidos nem façam mais sentido porque a tecnologia ficou obsoleta. Há processos, ainda em andamento, de pedidos de patentes de software feitos em 1997.

“O ciclo de vida útil de uma inovação está cada vez mais curto. Claro que depende da área, mas esse tempo é muito maior do que o ciclo médio de cinco anos para lançamento de inovações”, diz Elisabeth Kasnar Fekete, presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI).

“A situação no INPI é insustentável, uma bagunça, nada funciona direito, examinadores são pressionados e assediados por chefes e diretores”, diz um dos técnicos, sob condição de anonimato.

Segundo ele, há falhas no processo de digitalização dos documentos, calotes de empresas terceirizadas que pioram o processo e até falta de papel. Procurado, o INPI não quis se pronunciar.

O órgão arrecada com as taxas de custos dos registros. Os processos que contêm mais de dez reivindicações de patentes – o mais comum é que tenham cerca de 30 reivindicações, mas invenções mais complexas ultrapassam cem – são os mais caros. No entanto, o dinheiro, em vez de ser usado para a manutenção e aperfeiçoamento do próprio INPI, é contingenciado para fazer o chamado superávit primário – economia para o pagamento de juros da dívida.

“Eu sei que tem um delay entre a pesquisa e a patente mas, no nosso País, há que se reconhecer que temos poucas patentes”, discursou, há um ano, a presidente Dilma Rousseff.

O cargo de presidente do INPI está vago há alguns meses a espera da indicação da presidente. O jornal O Estado de S. Paulo apurou que o ministro Armando Monteiro defende um nome técnico, mas o momento político não é o ideal para fazer esse tipo de indicação.

Revisão

Para Elisabeth, além de autonomia financeira, é preciso que o governo reconheça no INPI uma instância estratégica para o desenvolvimento econômico.

“As empresas que se ocupam de inovação e criação são cinco vezes mais produtivas”, afirma. “É fundamental haver caminhos que estimulem a internacionalização da economia, a competitividade e inovação. Isso só se consegue com proteção à propriedade intelectual e aos criadores”, afirma o português Ricardo Castanheira, diretor geral da MPA na América Latina, entidade que representa Warner, Disney, Fox, Sony, Universal e Paramount.

Fortalecer o INPI será um dos desafios da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Propriedade Intelectual e de Combate à Pirataria, que será lançada nesta quarta, em Brasília.

Fonte: Exame Abril

maio 27th, 2015

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Apple pede patente para hotspot mobile

A Apple requereu uma patente para um aparelho que simplifica a criação de pontos de acesso Hotspot à internet. Ele basicamente seria um cilindro de 5cm dedividido em duas metades, uma com antena e cartão SIM e a outra com uma bateria, que poderia ser trocada. Não teria nenhum botão ou configuração física, apenas por software.

Analistas acreditam que este seja um indício de que a empresa pretende tornar seu Apple Watch independente do iPhone em breve, provavelmente na próxima geração do relógio. Bastaria andar com o pequeno hotspot no bolso (ou pendurado no pescoço) para que o Watch tivesse acesso a internet via Bluetooth, sem prejudicar sua bateria interna. O hotspot portátil também serviria para fornecer internet móvel a tablets e computadores.

Fonte: Notícias Yahoo

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