novembro 6th, 2015

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Apple registra patente que pode salvar usuários que estão sendo assaltados

A intenção, segundo a Apple, é que, quando o usuário desbloquear o dispositivo com a impressão digital do dedo secreto, o smartphone vai perceber que o usuário está em perigo e limitar o acesso a dados do celular

POR JÚLIA MIOZZO

SÃO PAULO – Uma nova patente da Apple traz um modo que faz com que o iPhone entrasse no “modo pânico” se for desbloqueado com um dedo específico, bloqueando informações pessoais ou até mesmo resetando a memória do dispositivo. Basicamente, é um sistema que bloqueia o smartphone se um usuário é forçado a desbloqueá-lo com a leitura de impressão digital, o TouchID.

É possível fazer o cadastro de diversas impressões digitais para o TouchID, mas a Apple sugere que seja adicionado um “dedo secreto” que, quando usado para desbloquear o iPhone, faz com que ele entre no modo pânico.

A intenção, segundo a Apple, é que, quando o usuário desbloquear o dispositivo com a impressão digital do dedo secreto, o smartphone vai perceber que o usuário está em perigo e limitar o acesso a dados do celular. Seria útil em situações de assalto, por exemplo.

Além de bloquear o iPhone, o modo também poderia tirar fotos ou vídeos de quem está tentando roubá-lo e enviar para a conta iCloud do usuário. Um alarme e um sinal de perigo enviado a outros iPhones próximos também podem ser recursos do “panic mode”, incluindo aí a possibilidade de enviar a geolocalização para a polícia.

Embora a patente tenha sido registrada, não existe nenhuma garantia de que a função realmente existirá no próximo iPhone – normalmente a Apple faz tais registros por uma questão de marketing e para impedir que a concorrência faça o mesmo.

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Fonte: Infomoney

outubro 23rd, 2015

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Tecnologia de ponta: NASA oferece suas patentes quase de graça a startups

POR MARCELO RODRIGUES

Além da expressão “PC da NASA” – que se refere a um computador muito potente, embora isso não faça muito sentido –, quando se pensa na agência espacial norte-americana as primeiras coisa que vêm à mente são foguetes e viagens para fora da Terra, não é? O que a gente esquece, muita vezes, é que a organização governamental é responsável por alguns dos maiores avanços tecnológicos da história, criando itens que, anos depois, se popularizam junto ao grande público. Agora, eles querem que outras pessoas levem suas invenções adiante ao oferecer seu catálogo de patentes na faixa – ou quase isso.

Sabe o que aquela espuma macia usada no seu colchão e o implante coclear – que auxilia deficiente auditivos – têm em comum? Isso aí, ambos começaram como ideias dentro dos laboratório de pesquisa da NASA, voltados para uso interno antes de se transformarem e ganharem o mundo. Assim, nada mais natural que uma agência voltada à inovação criasse seu Technology Transfer Program (Programa de Transferência de Tecnologia). A ideia é que, ao não cobrar royalties sobre o uso do portfólio, a iniciativa ajude no crescimento de startups que queriam desenvolver soluções baseadas em itens da organização.

Claro que há uma série de detalhes para que tudo ocorra sem problemas ou disputas judiciais. A oferta está aberta apenas a companhias criadas especificamente para comercializar a tecnologia licenciada da NASA, por exemplo. Outro ponto é que a brincadeira não fica de graça para sempre. Embora a NASA releve qualquer tipo de pagamento antecipado ou cobrança de direitos por pelo menos três anos desde o início do projeto, assim que o produto for colocado no mercado a startup precisa começar a pagar uma taxa de royalty – basicamente para que o programa da agência espacial possa se manter ativo.

Apesar das limitações, a ideia não deixa de ser fantástica, principalmente pela quantidade, qualidade e variedade de patentes sob as asas da NASA. As startups engajadas no segmento podem navegar por um bom tempo na página dedicada exclusivamente aos registros disponibilizados pela iniciativa, que vão de tecnologia voltadas a TI, comunicações e eletrônicos até patentes de lasers superprecisos e aviões capazes de voar em atmosferas como a de Marte. Caso tenha interesse no acordo, é possível conferir todos os detalhes da parceria – em inglês – no site oficial do Technology Transfer Program.

Fonte: Tecmundo

outubro 9th, 2015

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Google registra patente de óculos capaz de projetar hologramas

A Google recebeu recentemente a patente de uma tecnologia que deve ser capaz de incrementar bastante as versões futuras do Project Aura — também conhecido como Google Glass. Nos documentos da companhia, ela descreve um display vestível capaz de projetar hologramas nos ambientes em que seu usuário está.

A expectativa é a de que isso permitir a criação de uma experiência de realidade aumentada mais envolvente do que as opções disponíveis atualmente. Entre os diferenciais oferecidos pela organização estaria um campo de visão amplo e a existência de um headset fácil de usar e com dimensões reduzidas.

Como se trata de uma patente, não há a certeza de que a Google realmente vá usar essa tecnologia de forma prática. No entanto, não é possível descartar essa ideia visto o fato de que a empresa continua a trabalhar em iterações do Glass ao mesmo tempo em que investiu muito dinheiro em projetos de realidade aumentada, como a iniciativa misteriosa da Magic Leap.

Questionada sobre o significado da patente pelo site TechCrunch, a empresa se recusou a fazer qualquer comentário aprofundado. “Temos patentes sobre várias ideias — algumas delas amadurecem em produtos reais ou serviços, algumas não. A expectativa de anúncios de produtos não deve necessariamente ser inferida a partir de nossas patentes”, respondeu a organização.

FONTE(S)TechCrunch/Josh Constine
LEITOR COLABORADOR Willen Ribeiro

Fonte: Tecmundo

outubro 2nd, 2015

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Microsoft e Google assinam armistício em guerra de patentes

Acordo encerra 18 casos nos Estados Unidos e Alemanha.
Batalhas judiciais envolviam telefones móveis, WiFi e Xbox.

A Microsoft e o Google concordaram em encerrar todos os litígios sobre violação de patentes que uma tem contra a outra, anunciaram as companhias, encerrando 18 casos nos Estados Unidos e Alemanha.

As empresas disseram que o acordo põe fim às batalhas judiciais envolvendo uma variedade de tecnologias, incluindo de telefones móveis, WiFi e patentes usadas no vídeo game Xbox da Microsoft e outros produtos Windows.

O acordo também derruba todos os litígios envolvendo a Motorola Mobility, que o Google vendeu à Lenovo no ano passado, mantendo suas patentes.

Entretanto, conforme Microsoft e Google continuam a fazer produtos que competem diretamente uns com os outros, incluindo mecanismos de busca e dispositivos de informática móveis, o acordo não evita quaisquer futuras ações judiciais de violação, confirmou uma porta-voz da Microsoft.

“Google e Microsoft têm concordado em colaborar em certos temas ligados a patentes e antecipar trabalharem juntas em outras áreas no futuro para beneficiar nossos consumidores”, disseram as duas companhias em comunicado conjunto. Elas não revelaram os termos financeiros do acordo.

Fonte: G1

setembro 17th, 2015

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Patentes revelam design do suposto smartphone com tela dobrável da Samsung

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A Samsung é uma das grandes fabricantes de dispositivos do mercado, é por isso que a companhia está sempre estudando novas possibilidades para conquistar ainda mais consumidores. Há pouco até surgiram informações indicando que a fabricante sul-coreana já está trabalhando em um smartphone com tela dobrável, que possivelmente seria o primeiro a ser lançado no mercado geral.

Agora surgiram algumas informações sobre uma patente que foi registrada no último ano, mostrando um pouco da forma que a Samsung supostamente está construindo o grande novo dispositivo. Caso o aparelho realmente seja confirmado, possivelmente esse será um dos produtos revolucionários do mercado atual.

Nas imagens abaixo é possível ver que a tela dobrável é o mais importante nas patentes, mas certamente a companhia precisará desenvolver um mecanismo realmente poderoso para oferecer essa possibilidade. O design do smartphone será uma das coisas mais importantes, ainda mais para um aparelho desse nível.

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Outra patente também mostra que o dispositivo poderá ser como um notebook, com a mesma forma de abrir. Esse design aparentemente usa um mecanismo diferente, já que na outra patente as imagens mostra um sistema que parece com uma concha.

Possivelmente a Samsung está explorando suas possibilidades, e são muitas, já que não existe nenhum dispositivo do estilo no mercado. Se você ainda não entendeu muito como pode ser o novo smartphone, foi criada uma renderização em 3D de uma patente registrada na Coreia do Sul. Os rumores indicam que o aparelho com tela dobrável deve ser lançado no próximo ano, possivelmente em janeiro.

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Fonte: Tudo Celular

setembro 11th, 2015

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Samsung registra patente de smartphone dobrável

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Em julho, a Samsung registrou a patente de uma tecnologia que permite flexionar telas OLED e LCD de tablets. Agora, uma nova ideia da empresa surgiu na web, propondo o desenvolvimento de um smartphone dobrável. E não se trata do aparelho com flip revelado este mês.

A nova patente mostra como a tela OLED flexionável registrada em julho poderia sem usada em um smartphone munido de um simples par de dobradiças, uma em cada lateral do aparelho.

Embora o registro de uma patente não confirme, de fato, a produção do dispositivo, as duas ideias indicam que esse é um caminho que a Samsung pode seguir nos próximos anos. Contudo, não espere por um smartphone dobrável chegando ao mercado ainda este ano.

Via Patently Mobile

Fonte: Olhar Digital

setembro 4th, 2015

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Patente da Apple indica sistema de célula de combustível para MacBooks

Uma nova patente da Apple publicada pelo US Patent and Trademark Office sugere que a empresa de Cupertino estaria trabalhando em uma nota tecnologia que promete aumentar consideravelmente a duração das baterias de seus MacBooks. Segundo o documento, a novidade se basearia em um sistema de célula de combustível quer permitiria que a máquina funcionasse ininterruptamente “por dias ou até mesmo semanas”.

O papel foi publicado pouco após uma companhia britânica que supostamente está trabalhando com a Maçã conseguiu fazer uma bateria de célula de combustível caber dentro de um iPhone 6, energizando o aparelho por cerca de uma semana. Embora a patente mencione apenas um “dispositivo portátil de computação”, tanto o texto quanto as imagens fazem referências ao carregador MagSafe, o que indicia que a novidade está sendo pensada para um MacBook.

Ainda que durem bem mais que as nossas baterias atuais, os sistemas como o do documento em questão necessitam que seu combustível seja reabastecido sempre que se esgotar. Segundo a patente, esse problema seria abordado com o uso de cartuchos removíveis e as opções de materiais usados como fonte de energia poderiam contar com elementos como borohidreto de sódio, hidrocarbonetos, gás de hidrogênio comprimido ou outras opções de compostos químicos.

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Para momentos de necessidade

Uma possibilidade de implementação poderia envolver o uso conjunto tanto das baterias atuais quanto das células de combustível. Dessa forma, o MacBooks funcionaria normalmente em ambientes com acesso a eletricidade e consumiria o material de seus cartuchos somente quando fosse necessário usar o dispositivo por longos períodos de tempo e longe de tomadas.

Ainda que a tecnologia pareça bastante interessante, sempre vale ressaltar que as propostas vistas em patentes nem sempre chegam a se tornar tecnologias reais e são implementadas em produtos que atingem o mercado. Mesmo que as células de combustível eventualmente possam chegar aos produtos da Apple, podemos prever que isso ainda deve levar alguns anos para acontecer.

Fonte: Tecmundo

agosto 28th, 2015

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O rei das patentes

No País dos genéricos, o laboratório Cristália investe para se tornar o maior inventor de remédios da indústria farmacêutica brasileira

Por: Rodrigo Caetano

O pesquisador:para o Dr. Pacheco, presidente da companhia, apenas copiar medicamentos estrangeiros não é sustentável ( foto: Thiago Bernardes / Frame, Rafael Hupsel/Agência Istoé)
O pesquisador:para o Dr. Pacheco, presidente da companhia, apenas copiar medicamentos estrangeiros não é sustentável ( foto: Thiago Bernardes / Frame, Rafael Hupsel/Agência Istoé)

O brasileiro é o segundo maior consumidor de medicamentos do mundo, em número de doses, atrás apenas dos chineses. A venda de medicamentos no País movimentou R$ 69 bilhões nos 12 meses encerrados em abril deste ano, o que faz do Brasil um dos seis maiores mercados farmacêuticos do mundo, em faturamento. A força econômica das vendas de remédios, no entanto, não se reflete na área de pesquisa e desenvolvimento dos laboratórios nacionais, negligenciada pela maior parte dos fabricantes ao longo de décadas. Mais de 90% das patentes requisitadas pelo setor farmacêutico junto ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), no ano passado, vieram de companhias estrangeiras. “A indústria nacional se especializou apenas em copiar medicamentos”, afirma o médico psiquiatra Ogari Pacheco, presidente e fundador do laboratório paulista Cristália. “Esse é um dos efeitos dos genéricos.” Reverter essa lógica desfavorável à indústria nacional é o principal objetivo do Dr. Pacheco, como é chamado o empresário por seus funcionários. Com 76 patentes obtidas nos últimos dez anos, e mais de uma centena de projetos em curso, o Cristália é, atualmente, o maior registrador nacional de patentes farmacêuticas.

Dono de um faturamento de R$ 1,6 bilhão, no ano passado, o laboratório coleciona alguns casos de sucesso no âmbito da propriedade intelectual. O mais recente envolve uma enzima, a colagenase, utilizada na produção de pomadas para o tratamento de ferimentos e no pós-operatório. Com um número restrito de fornecedores internacionais, o Cristália vinha tendo dificuldade para obter a matéria-prima. “Descobrimos que era possível produzir a mesma enzima a partir de bactérias que encontramos aqui no interior de São Paulo”, afirma Pacheco, se referindo à bactéria Clostridium Histolyticum descoberta em uma amostra de terra colhida na cidade de Espirito Santo do Pinhal, a poucos quilômetros da sede da companhia, localizada em Itapira, na região de Campinas. A bactéria brasileira possui, ainda, uma vantagem em relação às estrangeiras: ela é vegetariana. Tradicionalmente, a colagenase é produzida a partir de insumos vindo do gado, o que traz o risco de transmissão de doenças, como a da vaca louca. O método desenvolvido e patenteado pelo laboratório, que consumiu investimentos de R$ 100 milhões, elimina esse risco. A empresa aguarda a liberação da Anvisa para começar a exportar o produto. “Será um grande sucesso”, afirma Pacheco.

A falta de uma cultura voltada para a pesquisa e o desenvolvimento é, segundo Pacheco, a grande barreira para a criação e a descoberta de novos medicamentos no Brasil. “A indústria se acostumou a copiar, porque é mais fácil”, diz. “A questão é que, dessa forma, a fabricante fica muito dependente da capacidade de vender barato, o que é insustentável.” Atualmente, o Cristália produz 50% das matérias-primas utilizadas na fabricação de medicamentos, em seu complexo farmoquímico, que inclui, além das fábricas de remédios e insumos, uma unidade de biotecnologia. Trata-se de um número fora da curva da indústria farmacêutica brasileira, cuja balança comercial registrou um déficit de cerca de US$ 6 bilhões, no ano passado. Suas primeiras aventuras no mundo da propriedade intelectual vieram da área de embalagens. O Cristália possui tecnologias exclusivas para o acondicionamento de substâncias anestésicas, como uma embalagem que garante a assepsia do produto até sua abertura na sala cirúrgica. Essas iniciativas ajudaram o laboratório a se tornar o maior fabricante de anestésicos da América latina.

O tempo necessário para registrar uma patente no Brasil dificulta ainda mais o desenvolvimento do setor, acrescenta o empresário. Atualmente, é preciso esperar uma década para obter uma resposta do INPI. Isso cria um cenário favorável aos laboratórios estrangeiros. Uma patente médica tem prazo de validade mínimo de dez anos. Mas, como a proteção à propriedade intelectual passa a valer a partir do momento em que o pedido é registrado, na prática, esse prazo é de 20 anos no Brasil. Segundo Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI, a falta de profissionais dificulta o aumento da produtividade e a diminuição da fila de pedidos. Atualmente, a entidade conta com 211 técnicos. Outros 140 já passaram em concurso e poderiam começar a trabalhar, mas, em virtude do ajuste fiscal, o governo suspendeu as contratações. Enquanto isso, a indústria se vira do jeito que dá. Para acelerar o processo, o Cristália passou a registrar suas patentes no exterior. Das 76 que possui, apenas quatro foram, originariamente, solicitadas às autoridades brasileiras.

Fonte: Isto É Dinheiro

agosto 21st, 2015

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Samsung quer levar guerra de patentes com a Apple para a Suprema Corte

A Samsung assinou nesta segunda os papéis que levam sua disputa de patentes contra a Apple para a Suprema Corte dos Estados Unidos. Depois de perder o julgamento local, a Samsung tem sido incentivada por quase todas as outras grandes empresas de tecnologia a continuar a luta contra a Apple.

Ainda que a Samsung já seja obrigada a pagar a empresa da maçã pela perca da ação, ele pode ser capaz de virar parte dos danos na Suprema Corte. A coreana já conseguiu reverter a primeira decisão, diminuindo a quantia que ela precisa pagar de 1,05 bilhões para 548 milhões de dólares. Ainda que a apelação da Samsung tenha sido recusada a disputa entre as duas segue com força.

Com o apoio massivo de outras empresas, como o Google, a HP, o Facebook e etc, é possível que a Suprema Corte acabe optando por decidir em voto contrário ao da Apple. Vale dizer, apenas 1% dos casos requisitados são atendidos por esta corte, mas as empresas de tencologia estão confiantes que o problema é grande o suficiente para ser levado em conta.

“A questão aqui presente é de enorme importância para as pessoas que desejam por mais inovação, especialmente no campo da alta tecnologia”, afirmou a Samsung.

A questão toda teve início em 2011, quando a Apple processou a empresa coreana por copiar aspectos específicos do iPhone, incluindo o GUI, painel e parte frontal do telefone, juntamente com vários elementos de software, como gestos, rolagem bounce-back e duplo toque para ampliar.

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O tribunal de primeira instância decidiu que a Samsung anteriormente deveria desembolsar US$ 930 milhões em danos para a Apple. Mas esse montante chegou a ser reduzido para US$ 399 milhões, depois da apelação da Samsung. Os coreanos não aceitaram o resultado e estavam dispostos a tentar tudo para ganhar o caso.

A Samsung se defende alegando que a “Apple não inventou o retângulo”. O seu advogado, Charles Verhoeven, utiliza diversos produtos como prova de que não houve cópia da empresa. Uma das evidências é o LG Prada, um celular com o formato de barra, com uma tela sensível ao toque e que precede o iPhone. Para ele, a Apple se inspirou em outros produtos que já estavam no mercado para criar o seu smartphone. Além de acusar a empresa de violar patentes da Samsung relacionadas à câmera, ao aplicativo de música e a rede 3G que a Apple usava no iPhone e que não foram licenciadas.

Fora isso, a Samsung também mostra os documentos oficiais de registro do seu celular F700 como evidência de que o iPhone não foi copiado – já que este modelo estava em desenvolvimento bem antes do celular da Apple ser apresentado. A Samsung parece determinada a ganhar o caso, e de fato, desde a primeira decisão, que a multava em mais de um bilhão de dólares, os juízes parecem cada vez mais aptos a enxergar o lado da gigante coreana, e a indústria começa a se manifestar a favor dela.

Fonte: Tudo Celular

agosto 14th, 2015

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Confira as marcas que mais registraram patentes entre 2009 e 2013

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Geralmente o que vemos são os desenhos dos futuros (ou não) lançamentos das montadoras nos serviços de patentes existentes no mundo. No entanto, as novas tecnologias e ideias dos fabricantes vão muito além disso nesses registros.

O número de registro é enorme, tendo sido feitos 18 mil em 2009 e 40 mil em 2013. Uma pesquisa revelou a quantidade por marca nesse período, sendo divididos por volume patenteado, tipos de registro, economia, telemática, condução autônoma e assistência à condução.

No geral, Toyota e Bosch lideram entre as empresas do setor. A maioria das patentes é referente a motor, enquanto a Hyundai lidera em economia, a GM em telemática, a Toyota em condução autônoma e a Bosch em sistema de auxílio ao motorista.

Confira abaixo as marcas que mais registraram patentes entre 2009 e 2013:

Marcas

1) Toyota – 6.308
2) Bosch – 4.889
3) Hyundai – 3.777
4) Honda – 3.001
5) Denso – 2.650
6) Seiko Epson – 2.571
7) Daimler – 2.557
8) GM – 2.469
9) Mitsubishi – 1.905
10) Continental – 1.785

Patentes automotivas

1) Propulsão – 36.029
2) Navegação – 23.212
3) Condução – 21.546
4) Segurança – 10.853
5) Entretenimento – 5.649

Economia de combustível

1) Hyundai – 436
2) GM – 429
3) Ford – 323
4) Toyota – 313
5) Honda – 152

Telemática

1) GM – 228
2) Hyundai – 78
3) Marvell – 48
4) LG – 44
5) Denso – 41

Condução autônoma

1) Toyota – 73
2) GM – 45
3) Hitachi – 31
4) Daimler – 27
5) Hyundai – 23

Assistência à condução

1) Bosch – 262
2) Daimler – 148
3) Continental – 100
4) Valeo – 90
5) Audi – 83

[Fonte: Auto Cosmos]

Fonte: Notícias Automotivas

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