abril 29th, 2015

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Cientista brasileira descobre que saliva de carrapato pode auxiliar a conter o câncer

A cultura popular é cheia de truques estranhos para curar doenças e amenizar sintomas, mas agora foi a vez da ciência provar uma conexão pra lá de interessante. A pesquisadora brasileira Maria Izabel Camargo-Mathias, da Unesp, conseguiu usar a saliva de carrapatos fêmeas para conter o crescimento de tumores cancerígenos.

Em um estudo publicado no Journal of Pharmaceutical Care & Health Systems, o experimento utilizou o extrato da glândula salivar do carrapato Rhipicephalus sanguineus e, em ratos, comprovou que a substância é eficiente ao conter o crescimento dos tumores. Segundo a pesquisadora, a saliva dos carrapatos contém mais de 400 propriedades, entre anticoagulantes e anti-inflamatórias, mas ainda não se sabe exatamente qual das substâncias foi a responsável pelo efeito.

Embora não seja anti cancerígena, já que não é capaz de destruir as células com câncer, a saliva do carrapato tem um potencial bastante grande a ser explorado e pode ser mais uma ferramenta no combate ao câncer.

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Foto © Journal of Pharmaceutical Care & Health Systems

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Foto © Wikimedia Commons via Galileu

Fonte: Hypeness

abril 13th, 2015

nwmidia

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Como Michael Jackson inventou sapatos antigravidade

Departamento de registro de marcas e patentes dos Estados Unidos
Desenho do sapato usado nas apresentações de Smooth Criminal de Michael Jackson usado no pedido de patente
Beatriz Souza,
São Paulo – Em 1987, na preparação para clipe de “Smooth Criminal”, o cantor Michael Jackson criou uma coreografia que virou uma de suas marcas registradas.Aparentemente desafiando a gravidade, o rei do pop aparecia em cena se inclinando 45 graus para frente. Embora o efeito tenha sido obtido usando fios que o seguravam, Michael queria repetir a cena ao vivo em seus shows.Segundo o site Mashable, ele se reuniu com dois outros co-inventores para desenvolver um sapato especial que pudesse ser usado em suas performances.O sapato desenhado (veja nas imagens ao final) tinha um salto com corte triangular que se prendia a um pino que surgia no palco na hora do movimento. Assim, Michael e dançarinos eram ancorados na hora da inclinação.

Em 1993, Jackson e seus parceiros de invenção conseguiram a patente do sapato nos Estados Unidos. Em 1996, no entanto, uma falha fez com que o calçado precisasse ser redesenhado: durante uma apresentação em Moscou, um dos calcanhares de Michael se soltou do pino e o cantor saiu voando.

Depois do show, o par de sapatos usados pelo cantor ficou com a sucursal de Moscou do Hard Rock Cafe até a morte de Michael, quando foram leiloados por cerca de 600 mil dólares.

Veja abaixo os desenhos do sapato apresentados no pedido de patente:

Desenho do sapato usado nas apresentações de Smooth Criminal de Michael Jackson usado no pedido de patente
Desenho do sapato usado nas apresentações de Smooth Criminal de Michael Jackson usado no pedido de patente

abril 13th, 2015

nwmidia

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O novo micro computador do Google tem o tamanho de um pendrive e conecta-se a qualquer TV com HDMI

Nós já estamos acostumados com os gadgets ficando cada vez menores, mas a Google decidiu levar esse desafio a sério. Em parceria com a Asus, a gigante de Mountainview criou o Chromebit, um pendrive capaz de executar o sistema operacional Google e transformar qualquer televisor em um computador.

O Chromebit tem um hardware equivalente ao de um smartphone médio, com 2 GB de memória RAM e 16 GB de armazenamento, bastando plugá-lo à entrada HDMI de uma TV para que ele inicie. Seu funcionamento segue o modelo dos Chromebooks, computadores simples que usam o Chrome OS e trazem recursos suficientes para atividades do dia a dia, como acessar a internet e trabalhar em arquivos de texto e planilhas. Com visual semelhante ao de um pendrive comum, o gadget tem a facilidade de poder ter parte de seu corpo inclinado, ficando paralelo ao televisor.

Ainda em fase de testes, o produto não teve todas os seus detalhes divulgados, mas deverá ser vendido por menos de US$ 100 e disponibilizado nas cores azul, cinza e laranja ainda este ano. Confira algumas imagens:

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Foto © Google

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Fonte: Hypeness

abril 13th, 2015

nwmidia

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iPhone pode virar tela para óculos inteligente

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Gear VR: gadget da Samsung é parecido com novo produto patenteado pela Apple

Saulo Pereira Guimarães,
São Paulo – A Apple obteve nesta semana a patente de um novo gadget. Em formato de óculos, o aparelho usa o iPhone como tela para exibir conteúdo.

Sem prazo para sair do papel, a ideia pateteada pela Apple tem formato parecido com gadgets como o Oculus Rift. Na descrição do aparelho, a empresa afirma que ele será operado com o auxílio de um controle remoto.

Na parte frontal do gadget, há uma moldura vazada. “A moldura deve abrigar a tela de um dispositivo eletrônico portátil na frente dos olhos do usuário”, afirma o texto do projeto de patente registrado pela Apple.

É bom lembrar que esse não é o primeiro gadget com formato de óculos com encaixe para smartphones. Em setembro do ano passado, a Samsung anunciou oGear VR, que se baseia na mesma ideia.

Desenvolvido em parceria com a empresa Oculus VR, o gadget da Samsung é compatível com o smartphone Galaxy Note 4, que tem tela de 5,7 polegadas.

Fonte: Exame Abril 

abril 13th, 2015

nwmidia

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5 inovações tecnológicas baratas que podem mudar o mundo

Despoluir rios, usar energia limpa e permitir que avanços tecnológicos andem ao lado da consciência ecológica por vezes se parecem inciativas impossíveis – ou, no mínimo muito caras. Mas ao observar a natureza e propor soluções inovadoras, algumas empresas estão mostrando que mudar o mundo não exige grandes quantias de dinheiro, mas pesquisa e boa vontade.

Confira 5 inovações tecnológicas de baixo custo que têm o potencial de mudar a forma como nos relacionamos com o planeta:

1. Biomatrix Floating Islands

Foi preciso que as torneiras de São Paulo (SP), uma das maiores metrópoles do mundo, secassem para que assuntos como o reuso de água e a despoluição de rios se transformassem em reais preocupações. Embora a recuperação de cursos d’água geralmente venham acompanhadas de preços de sete dígitos e prazos medidos em meses, há formas alternativas de despoluir rios e garantir que a pequena porcentagem de água doce existente no mundo se mantenha própria para consumo. Uma dessas iniciativas vem do Biomatrix Water, empresa escocesa que descobriu na própria natureza a resposta para despoluir águas.

Ao observar corais e o ecossistema aquático em rios e oceanos, a empresa conseguiu desenvolver produtos como o Biomatrix Floating Islands, uma série de ilhas artificiais ecológicas modulares capazes de acelerar a recuperação natural de um rio. Isso é feito aoestimular a presença de microorganismos “do bem”, que utilizam os poluentes como alimentoe permitir que raízes de plantas fiquem em contato direto com a água, servindo de abrigo para peixes e outras formas de vida. Com essas medidas, a biodiversidade do rio se mantém ainda mais viva, a poluição é decomposta pela própria natureza, sem que qualquer químico seja necessário e o rio fica mais bonito.

Por si só, essa iniciativa não faz milagres. Por isso, a estratégia de despoluição precisa acompanhar também medidas como a remoção do lixo sólido do rio e a criação de infraestrutura para evitar o descarte de  resíduos, bem como o uso de um reator que adiciona oxigênio à água. Além de serem personalizáveis, as ilhas demoram apenas algumas semanas para serem instaladas e têm um custo bastante reduzido. O sistema foi usado para a despoluição do Canal Paco, em Manila, na Filipinas. Considerado causa perdida, o canal já apresentou melhoras  relevantes em apenas um ano de tratamento com o Biomatrix. Veja:

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Fotos © Biomatrix Water

2. CO2ube

excesso de dióxido de carbono na atmosfera tem provocado diversos problemas ecológicos e é apontado como um dos principais causadores do efeito estufa, o processo que causa o aumento na temperatura do planeta. Apesar de sabermos disso, mais de 1 bilhão de veículos movidos a combustíveis fósseis emitem grandes quantidades de dióxido de carbono todos os dias.

Ao buscar uma solução barata e eficiente para isso, os jovens Param Jaggi e Johnny Cohen , escolhidos pela Forbes como uma das 30 pessoas com menos de 30 anos mais importantes do mundo, criaram o CO2ube . O tubo especial, que tem um custo de cerca de US$ 30, éposicionado na saída do escapamento de veículos, permite transformar os resíduos da combustão, entre eles o dióxido de carbono, em substâncias que não fazem mal à natureza.

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Dentro do tubo, a fumaça passa por filtros especiais contendo algas desenvolvidas em laboratório e um processo químico bastante básico, resultando em água, carbonato de sódio (sal translúcido e não prejudicial ao meio ambiente), oxigênio e açúcares. Por se tratar de um processo natural de filtragem, o CO2ube possui um prazo de validade que vai de oito a dez semanas.

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Fotos © CO2ube

3. E-nable

Próteses são fundamentais para ajudar deficientes físicos a terem uma vida independente e recuperarem a autoestima. Contudo, elas chegam a custar milhares de dólares para serem produzidas, o que inviabiliza seu uso por pessoas de baixa renda.

Com as impressoras 3D, entretanto, a tarefa de criar e imprimir uma prótese tem ficado cada vez mais simples. Para estimular isso e ajudar milhares de crianças deficientes em todo o mundo, foi criada a E-Nable , ou Enabling the Future, uma plataforma colaborativa que incentiva a troca de modelos detalhados tridimensionais e fomenta o debate sobre impressão de próteses. Do projeto participam engenheiros, fisioterapeutas, médicos e entusiastas da impressão 3D, que não raro oferecem seu conhecimento e recursos para imprimir próteses para crianças desconhecidas, em uma atitude realmente nobre.

Além de apresentarem um custo até 10 vezes menor, as próteses impressas em 3D demoram menos para ficarem prontas e podem ser personalizadas – no caso do projeto, que busca ajudar principalmente as crianças, divertidos temas de super heróis costumam ser aplicados às peças.

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Fotos © E-Nable

4. Ubiquitous Energy

Janelas, edifícios, carros e asfalto: pense em todas as superfícies que recebem luz solar e a desperdiçam, já que os raios poderiam ser utilizados para a produção de energia limpa. Emborapainéis solares sejam vistos com baixo custo-benefício devido ao preço alto e eficiência baixa, o sol ainda é uma mina de energia sustentável a ser descoberta. E a Ubiquitous Energy já começou a tirar melhor proveito disso.

A empresa desenvolveu uma lâmina adesiva transparente contendo células fotovoltaicas, capazes de captar a luz solar e convertê-la em energia, alimentando residências e áreas públicas. Ainda em fase de testes, o produto consegue converter 1% da luz captada (contra 20% dos painéis solares). Contudo, por ter um custo bastante reduzido e possibilidades de uso ampliadas (pense em fachadas de edifícios inteiras), o produto apresenta um potencial enorme para revolucionar a forma com que obtemos energia.

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Fotos © Ubiquitous Energy

5. Starpath

Ainda pensando em usos inovadores da energia solar, foi criado o SolarPath. A solução sustentável, que pode ser aplicada em qualquer tipo de pavimento, capta os raios solares, converte-os em energia e a utiliza para iluminar-se durante a noite. 

Além do efeito espetacular, o StarPath substitui parte da iluminação pública e diminuindo custos e o uso da energia padrão, que vem de hidroelétricas e estações nucleares. A Pro-Teq, empresa que desenvolveu o produto, já realizou testes em trilhas do Christ’s Pieces Parks, em Cambridge, na Inglaterra, e garante que mesmo em dias de pouco sol, a energia captada é mais do que suficiente para iluminar o caminho e garantir mais segurança aos moradores. O StarPath também provoca um útil efeito antiderrapante e é à prova d’água.

 

Oferecimento: Subway

Estudo, pesquisa e reflexão, o que possibilita soluções como as mostradas acima, só funcionam quando o estômago está cheio. E falando em inovação e baixo custo, nada melhor para matar a fome do que o SUBWAY Baratíssimo de Frango, um delicioso sanduíche em que você escolhe o pão, o queijo, as saladas e os molhos e paga bem menos. Mais uma prova de que pra se ter qualidade nem sempre é preciso gastar muito.

Fonte: Hypeness 

abril 13th, 2015

nwmidia

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Empreendedorismo atrai três em cada dez brasileiros

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Trabalho fora do escritório
Pela primeira vez, o número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa

Alessandra Pires, daAgência Sebrae de Notícias
São Paulo – A taxa total de empreendedorismo no Brasil atingiu, em 2014, o seu maior índice de todos os tempos. De acordo com a nova pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM), realizada no Brasil pelo Sebrae e pelo Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade (IBQP), três em cada dez brasileiros adultos entre 18 e 64 anos possuem uma empresa ou estão envolvidos com a criação de um negócio próprio.

Em dez anos, essa taxa de empreendedorismo saltou de 23%, em 2004, para 34,5%. Metade da taxa corresponde aos empreendedores novos – com menos de três anos e meio de atividade – e a outra metade, aos donos de negócios já estabelecidos há mais tempo.

“Quando comparado com os países que compõem o Brics, o Brasil é a nação com a maior taxa de empreendedorismo, ficando quase oito pontos percentuais à frente da China, com uma taxa de 26,7%”, ressalta o presidente do Sebrae, Luiz Barretto. A Índia tem uma taxa de empreendedorismo de 10,2%, a África do Sul de 9,6% e a Rússia de 8,6%.

O número de brasileiros que já têm uma empresa, ou que estão envolvidas na criação de uma, é superior, também, a países como Estados Unidos (20%), Reino Unido (17%), Japão (10,5%), Itália (8,6%) e França (8,1%).

De acordo com o presidente do Sebrae, essa alta taxa de empreendedorismo demonstra que além de mais empreendedores permanecerem no mundo dos negócios, mais pessoas veem no empreendedorismo uma oportunidade de vida e vêm trabalhando para conquistar o sonho de serem seus próprios chefes.

“Esse valor recorde pode ser atribuído, também, ao incremento do número de formalizações que temos presenciado nos últimos anos e às melhorias no ambiente legal, como por exemplo, a criação e ampliação do Supersimples”, afirma Barretto.

Nessa última edição da pesquisa GEM, ter o seu próprio negócio continua sendo o terceiro maior sonho do brasileiro, mas pela primeira vez o número de pessoas que almejam se tornar o seu próprio chefe é praticamente o dobro das que desejam fazer carreira numa empresa. Enquanto 31% dos brasileiros querem montar um negócio, 16% querem crescer dentro de uma empresa. Os primeiros sonhos dos brasileiros são comprar a casa própria (42%) e viajar pelo Brasil (32%).

A pesquisa ainda revela que a cada 100 brasileiros que começam um negócio próprio no Brasil, 71 são motivados por uma oportunidade de negócios e não pela necessidade.

O presidente do Sebrae explica que esse índice vem se mantendo estável nos últimos anos, mas que ele implica diretamente na qualidade do empreendedorismo brasileiro. “O empresário atual abre uma empresa porque vê uma oportunidade e investe naquela ideia. Ter uma empresa porque não se tem uma ocupação não é mais o principal fator”.

A GEM

A pesquisa GEM é parte do projeto Global Entrepreneurship Monitor, iniciado em 1999 com uma parceria entre a London Business School e o Babson College, abrangendo no primeiro ano 10 países. Desde então, quase 100 países se associaram ao projeto, que constitui o maior estudo em andamento sobre o empreendedorismo no mundo.

Em 2014, foram incluídos 70 países, cobrindo 75% da população global e 90% do PIB mundial. Foram entrevistados 10.000 indivíduos de 18 a 64 anos, residentes nas cinco regiões do país.

– A Pesquisa consiste em um levantamento domiciliar conduzido junto auma amostra representativa de indivíduos da população de 18 a 64 anos do país. Os dados obtidos fornecem as informações quantitativas sobre a parcela da população envolvida com o empreendedor. Foram ouvidas 10 mil pessoas, 2 mil por região.

– Na metodologia da pesquisa GEM, os empreendedores são classificados como iniciais (nascentes e novos) e estabelecidos.

– Os empreendedores nascentes estão envolvidos na estruturação de um negócio do qual são proprietários, mas que ainda não pagou salários, pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de três meses.

– Já os empreendedores novos administram e são proprietários de um novo negócio que pagou salários, gerou pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de três e menos de 42 meses.

– Os empreendedores nascentes e novos são considerados empreendedores iniciais ou em estágio inicial.

– Os empreendedores estabelecidos administram e são proprietários de um negócio tido como consolidado, que pagou salários, gerou pró-labores ou qualquer outra forma de remuneração aos proprietários por mais de 42 meses (3,5 anos).

Fonte: Exame Abril