outubro 21st, 2014

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Robô é capaz de matar vírus ebola usando raios ultravioleta

A doença que já matou mais de 4.400 pessoas em uma grave epidemia que está se alastrando pelo mundo pode ser combatida com o uso de um robô. Segundo os norte-americanos da Xenex, a máquina, que libera raios ultravioleta, é capaz de desinfectar locais contaminados pelo vírus ebola, evitando a contaminação em hospitais e centros de saúde.

O robô já é utilizado em cerca de 250 hospitais norte-americanos com o objetivo de desinfectar cada cantinho dos quartos, eliminando bactérias e vírus que possam contaminar novos pacientes – estima-se que, todos os dias, 300 pessoas morrem devido a infecções contraídas dentro do próprio hospital.

Usando xenon, um gás não-tóxico, o equipamento emite um tipo de luz ultravioleta que danifica o DNA desses organismos, impedindo sua reprodução ou mutação e, consequentemente, reduzindo drasticamente as chances de um paciente novo ser infectado. O processo de desinfeção demora cerca de cinco minutos, tempo em que a luz pulsante – que é cerca de 25 mil vezes mais brilhante que a do sol – é emitida na área.

O robô, que está no mercado desde 2010 e custa US$ 104 mil, já está sendo direcionado para hospitais nos EUA em que haja suspeitos de infetados com ebola. Infelizmente, tecnologias como esta dificilmente chegarão aos países africanos mais afetados pela epidemia e onde a desinfeção rápida e segura de hospitais poderia salvar milhares de vidas. Segundo a OMS, os casos de ebola podem chegar, em breve, a 10 mil por semana no mundo.

 

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Todas as fotos © Xenex

Fonte: Hypeness 

outubro 15th, 2014

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Companhia revoluciona exames de sangue com nova tecnologia

A Theranos faz testes sanguíneos com um milésimo do volume de sangue que é usado com os métodos tradicionais. 

Elizabeth Holmes

São Paulo – Revolucionar os testes sanguíneos era, aparentemente, uma ideia de bilhões de dólares. Ao menos, fazer isso rendeu à americana Elizabeth Holmes a chegada à lista de bilionários americanos da revista Forbes.

Holmes deixou a faculdade em Stanford aos 19 anos e fundou uma startup aplicando tecnologia na área de saúde. O projeto se tornou a Theranos, empresa que conseguiu 400 milhões de dólares em investimentos e hoje vale nove bilhões de dólares (Holmes, hoje com 30 anos, é dona de metade da empresa).

Graças à tecnologia desenvolvida pela Theranos, aqueles grandes tubos de sangue que são coletados para exames podem se tornar coisa do passado. Os tubos tradicionais têm cerca de dez centímetros. Os utilizados pela Theranos têm menos de 1,3 centímetro.

De acordo com a empresa, a Theranos precisa de apenas um milésimos da amostra de sangue que os exames tradicionais empregam para entregar resultados ao paciente.

A empresa também se diferencia por afirmar que os resultados de qualquer exame podem ser entregues em, no máximo, quatro horas. E a Theranos afirma que seus resultados são certeiros.

De acordo com Holmes, os erros costumam acontecer graças a contaminação em laboratório. “Não temos contato manual com as amostras. O sangue é coletado e colocado numa caixa refrigerada. O próximo passo é processamento no laboratório, que é feito por máquinas automatizadas sem qualquer intervenção manual”, diz Holmes em entrevista à Wired.

Pode parecer que tamanha revolução científica custe caro. Mas os testes da empresa são mais baratos do que os de outros laboratórios nos Estados Unidos. Holmes dá como exemplo o teste de fertilidade para mulheres. “Muita gente paga por esse exame que pode chegar a custar dois mil dólares. Nosso novo teste de fertilidade custará 35 dólares”, diz Holmes.

A tecnologia usada na empresa é mantida em segredo sob inúmeras patentes registradas. Mas a estimativa de Holmes é que o uso de sua tecnologia por planos de saúde poderia representar uma economia de 100 bilhões de dólares por década para cada um deles.

 

outubro 7th, 2014

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MÃE CRIA APLICATIVO PARA IMPEDIR QUE O FILHO IGNORE SUAS CHAMADAS

Quando Sharon Standfird percebeu que seu filho adolescente ignorava suas ligações e mensagens de texto enquanto continuava a conversar com amigos e a jogar joguinhos, ela tomou uma decisão: era preciso criar um aplicativo que bloqueasse o celular desses jovens, obrigando-os a atender a chamada de seus pais. E se ninguém havia tido essa ideia ainda, ela mesma iria criá-lo.

Sem saber ao certo por onde começar, Sharon confiou em mecanismos de busca e em fóruns sobre o assunto para aprender tudo o que precisaria para desenvolver o app. Foram meses de estudo e trabalho com alguns desenvolvedores voluntários até que o Ignore No More tomasse forma.

Ao ser instalado no celular, o aplicativo força que chamadas sejam atendidas ao bloquear todo o uso do aparelho, sendo as chamadas para os pais ou para números de emergência a única opção restante. Ou seja, não há joguinhos, WhastApp ou Facebook e para desbloquear o smartphone, é preciso ligar para a pessoa marcada (no caso, Sharon) para que ela forneça a senha. Genial, não?

O app está disponível no Google Play.

Fonte: Hypeness