novembro 26th, 2013

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Lista reúne produtos ‘fail’ lançados pelas gigantes de tecnologia

O mundo da tecnologia não é feito apenas de sucessos. Até mesmo empresas como Apple, Sony,Google e Microsoft já lançaram produtos que decepcionaram os usuários e foram um fiasco de vendas. Alguns eram complexos demais, enquanto outros deixaram a desejar na qualidade. Para ajudar a relembrar alguns fracassos das gigantes, o TechTudo preparou uma lista com grandesfails do mercado.

Google Nexus Q

Nexus Q é a nova aposta do Google: um reprodutor social de mídia (Foto: Divulgação) (Foto: Nexus Q é a nova aposta do Google: um reprodutor social de mídia (Foto: Divulgação))
Nexus Q, com Android, foi uma aposta furada do Google que durou pouco no mercado (Foto: Divulgação)

Lançado em meados de 2012 por US$ 299 (cerca de R$ 660), o Nexus Q tinha a proposta de ser uma central de reprodução multimídia Android. Entre as funções, tinha a possibilidade de reproduzir arquivos diretamente da nuvem e trabalhar com transferência de arquivos via NFC com outros produtos da Google.

O Nexus Q trazia sistema Android 4.0 (Ice Cream Sandwich) integrado com o Google Play. No entanto, com o lançamento dos Nexus 4 e 10, o reprodutor esférico foi deixado de lado em caráter não oficial. O projeto foi arquivado, a produção cancelada e os produtos enviados gratuitamente para quem já havia comprado na pré-venda.

Sony Sountina NSA-PF1 

Sountina, da Sony, tinha design questionável e preço muito salgado (Foto: Divulgação)
Sountina, da Sony, tinha design questionável e preço muito salgado (Foto: Reprodução/The Verge)

Não, isso não é um sabre de luz gigante no meio da sala. O Sountina, lançado pela Sony, foi descrito como uma “coluna de música” para reprodução do som em todas as direções. Foi anunciado em 2007, mas só começou a ser comercializado em 2008, com resultados decepcionantes.

O aparelho, recoberto em couro, media quase dois metros de altura e entrou no mercado com o preço salgado de US$ 10 mil (cerca de R$ 22,3 mil). No entanto, não trazia nada de realmente excepcional, além do design inovador. Poucas unidades foram vendidas, antes do produto ser retirado das prateleiras.

Sony Rolly

Sony Rolly era uma mistura entre caixa de som e robozinho dançante (Foto: Divulgação)
Sony Rolly era uma mistura entre caixa de som e robozinho dançante (Foto: Reprodução/The Verge)

Mais um fail da Sony foi o Rolly, anunciado em 2007 com a promessa de ser um reprodutor musical e também um robô. O produto, com formato e tamanho semelhante a um ovo, tinha um HD interno de 2GB, luzes embutidas e conexão Bluetooth para reprodução de músicas vindas de qualquer aparelho com o recurso.

A função que realmente chamava a atenção no Rolly, entretanto, era sua dita “dança”. O robozinho oval vinha com um programa que podia analisar as faixas previamente e criar um padrão de movimentos para que ele se movimentasse ao reproduzi-la. A opção de “improviso” também existia, assim como a possibilidade de comprar Rollies com braços e outros acessórios.

 

Infelizmente, o preço salgado de quase U$ 400 pareceu um pouco demais para o público, o fez com que o lançamento não tivesse muito sucesso. Em alguns países, como nos EUA, o Rolly foi retirado das prateleiras.

Windows Vista

Windows Vista tinha a missão de substituir o XP, mas foi uma grande decepção (Foto: Divulgação)
Windows Vista tinha a missão de substituir o XP, mas foi uma grande decepção (Foto: Divulgação)

Apesar de ter tido um bom número de vendas, o Windows Vista pode ser facilmente considerado uma das maiores falhas da Microsoft. Foi anunciado em 2005 e lançado em 2007, mas não agradou aos usuários: o Vista era um sistema pesado, cheio de falhas e bugs, que rodava com dificuldade na grande maioria dos computadores da época.

As principais críticas ao Windows Vista eram direcionadas aos problemas de privacidade, segurança, performance, suporte a drivers, entre outros. O sistema precisava de computadores potentes para rodar, mas tinha problemas de compatibilidade com alguns dos monitores HD modernos. Além disso, sistemas de encriptação desnecessários foram acrescentados, o que aumentou o preço, entre outras coisas.

Apple Maps

Apple Maps foi a grande promessa do iOS 6, mas passou vexame frente ao Google Maps (Foto: Divulgação)
Apple Maps foi a grande promessa do iOS 6, mas passou vexame frente ao Google Maps (Foto: Divulgação)

Após a polêmica retirada do Google Maps do iOS, o sistema de mapas da Apple foi um verdadeiro fiasco entre os usuários. O aplicativo tinha informações incorretas, imagens de má qualidade, distorções, entre outros problemas.

A baixa qualidade do Apple Maps era tão evidente que até o próprio diretor executivo da empresa, Tim Cook, lançou um pedido de desculpas aos consumidores e sugeriu que eles usassem aplicativos de seus concorrentes até que as falhas fossem corrigidas. Entre elas, por exemplo, estavam paisagens que desapareciam, ruas que não existiam e cidades inteiras sendo substituídas por hospitais.

Não bastasse essa situação embaraçosa, a polícia da cidade de Victoria, na Australia, soltou um comunicado, em dezembro de 2012, alertando sobre o perigo do Apple Maps. Segundo as autoridades, o serviço poderia até mesmo a causar morte, já que usuários se perderam no parque nacional Murray-Sunset após seguirem as direções do aplicativo. Alguns chegaram a passar mais de 24 horas perdidos no local, onde as temperaturas são altas, não existe fácil acesso à agua e nem sinal de celular.

Twentieth Anniversary MacIntosh 

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Twentieth Anniversary Macintosh deveria comemorar o aniversário da Apple, mas foi um fiasco (Foto: Divulgação)

Lançado pela Apple em 1997 para comemorar o seu vigésimo aniversário, o Twentieth Anniversary Macintosh teve uma vida curta. O aparelho, que além de computador também era uma televisão,  foi anunciado com o preço de US$ 9 mil (cerca de R$ 20 mil), mas chegou às lojas por “apenas” US$ 7.499 (R$ 16,7 mil);

O TAM foi lançado em poucos países e teve uma baixa produção. Entretanto, não só o preço e o design desagradáveis ajudaram a afundar o aparelho, a própria Apple vendia o PowerMac 6500, um computador com especificações quase idênticas, mas por US$ 2.999 (cerca de 6,7 mil).

Quando o produto foi oficialmente cancelado, em 1998, seu preço despencou para a casa dos US$ 1.995 (R$ 6,7 mil). Atualmente, o TAM ainda é vendido a como peça de colecionador, graças às poucas unidades existentes no mercado. Os preços variam entre oito a 15 mil dólares.

Apple Pippin

Pippin marcou a entrada e também a saída da Apple no mercado de consoles (Foto: Divulgação)
Pippin marcou a entrada e também a saída da Apple no mercado de consoles (Foto: Divulgação)

Você já se perguntou o motivo pelo qual a Apple até hoje não lançou um console para concorrer com Microsoft, Sony e outras empresas? A resposta talvez seja o Pippin, listado como um dos 25 “Piores Produtos Tecnológicos de Toda a História” pela revista PC World.

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Lançado em 1995, o console ficou no mercado por cerca de dois anos e vendeu apenas 42 mil unidades. Os problemas com o Pippin eram muitos: o preço de US$ 600 (R$ 1.340) custava quase o dobro dos concorrentes, seu hardware ultrapassado, o sistema de conexão com a Internet era lentíssimo e, por rodar um sistema operacional Mac, quase não existiam jogos para ele.

 

Fonte: Tech Tudo

novembro 22nd, 2013

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Patente bizarra do dia: a SmartWig da Sony

Por Giovana Penatti,

Não é muito do nosso feitio escrever mais de uma vez por dia sobre patentes, mas esta merece atenção pela bizarrice, ainda mais se você acha que todas as patentes algum dia virarão produtos de verdade: a Sony entrou com o pedido de registro de uma SmartWig. Isso mesmo, uma peruca inteligente.

 

Segundo o documento, o acessório pode ser feito de cabelo humano, pelos de cavalo, fibras sintéticas e outros materiais (como uma peruca comum) e tem uma placa embutida para se comunicar com outros dispositivos eletrônicos.

smartwig

 

A função da peruca é dar resposta tátil ao usuário – por exemplo, vibrando ao receber uma notificação (!) – , mas há outras possibilidades. Por exemplo, o chip pode ter GPS e o device vibrar em diferentes regiões para orientação, câmera para tirar fotos dos arredores e um laser (!!) para fazer apresentações ou controlar o computador remotamente.

Ela também pode utilizar movimentos do rosto, como o levantar de sobrancelhas, para exercer algumas funções, ou até aproveitar os impulsos cerebrais para desempenhar outras. Mais uma possibilidade é monitorar sinais vitais e as condições do ambiente, como temperatura e umidade.

O motivo da escolha de uma peruca é a delicadeza dos componentes eletrônicos já que, instintivamente, as pessoas costumam proteger mais suas cabeças que o resto do corpo. Além disso, elas têm um apelo mais natural que que um chapéu.

Como dito anteriormente, acredito que possamos colocar essa patente entre as que só servem para nenhuma outra empresa roubar a ideia. Mas serve para pensar: tudo que se pode vestir também pode se tornar um gadget?

Com informações: Engadget

Fonte: Tecnoblog

novembro 18th, 2013

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Apple cobra R$ 860 milhões da Samsung por violação de patentes

(Foto: Digital Trends)

 

Segue quente a batalha entre Apple e Samsung por patentes. Nessa quarta-feira, o advogado da maçã Harold McElhinny disse que a coreana deveria pagar US$ 380 milhões (cerca de R$ 860 milhões) por copiar recursos do iPhone. Um novo julgamento está em curso no tribunal de San Jose, na California.

A disputa se arrasta desde o ano passado. No capítulo mais expressivo, a Apple foi vitoriosa nos EUA após convencer o júri de que a rival imitou características do celular, como a função de pinça e o zoom na tela. A multa de US$ 1 bilhão, entretanto, foi questionada e uma nova análise investiga se o valor foi inflado em até US$ 400 milhões.

De acordo com o advogado da Apple, a Samsung vendeu cerca de 10,7 milhões de telefones que infringem patentes da Apple e teria arrecadado em torno de US$ 3,5 bilhões. Já nas contas do advogado da asiática, William Price, a multa deveria ser de apenas US$ 52 milhões.  “A Apple está simplesmente pedindo muito mais dinheiro do que tem direito”, disse.

Via: Reuters

 

Fonte: Olhar Digital

novembro 11th, 2013

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Unesp e MIT desenvolvem sensor de gás tóxico

Pesquisadores sintetizaram material à base de óxido de estanho com capacidade muito maior de detectar dióxido de nitrogênio que sensores químicos já utilizados.

 Reprodução

 Sensor químico

Sensor químico: material desenvolvido pelos pesquisadores consiste em discos cristalinos de óxido de estanho – semelhantes a confetes de papel – em escala micrométrica

São Paulo – Pesquisadores do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Araraquara, em parceria com colegas do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais do Massachusetts Institute of Technology (MIT), Estados Unidos, desenvolveram um material à base de óxido de estanho (SnO) com capacidade de detectar dióxido de nitrogênio (NO2) muito maior do que os sensores químicos já usados para identificar esse tipo de gás altamente tóxico, formado nas reações de combustão dos motores dos veículos.

Desenvolvido por meio de um projeto apoiado no âmbito de um acordo com o MIT, o material deverá resultar em uma patente compartilhada pelas duas instituições e foi descrito em um artigo publicado na edição de setembro da revista Sensors and Actuators B: Chemical.

“Enquanto a resistência elétrica dos materiais puros utilizados atualmente para detectar dióxido de nitrogênio aumenta entre 50 e 70 vezes na presença do gás tóxico, a do sensor que desenvolvemos apresenta um aumento de mil vezes. Esse é o sinal que utilizamos para medir a capacidade de detecção de um sensor”, disse Marcelo Ornaghi Orlandi, professor do Instituto de Química da Unesp de Araraquara e um dos autores do estudo, à Agência FAPESP. O projeto é coordenado por José Arana Varela, professor do IQ-Unesp e diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da FAPESP.

O material desenvolvido pelos pesquisadores consiste em discos cristalinos de óxido de estanho – semelhantes a confetes de papel – em escala micrométrica (milionésima parte do metro).

Para desenvolver o material, eles utilizaram um processo chamado de redução carbotérmica, por meio do qual sintetizaram os discos na forma de óxido de estanho II, em vez da forma tradicional do óxido metálico – o dióxido de estanho IV (SnO2).

Ao mesmo tempo, conseguiram manter a estabilidade térmica e química, preservar a estrutura e fazer com que o material apresentasse maior sensibilidade ao dióxido de nitrogênio do que o SnO2 – um dos materiais mais estudados atualmente para aplicação como sensor do gás tóxico.

“O óxido de estanho é difícil de ser sintetizado porque é termicamente instável e, a temperaturas acima de 400 ºC, tende a se decompor”, explicou Orlandi. “Por meio de um controle fino, conseguimos pela primeira vez sintetizá-lo e, ao mesmo tempo, estabilizar suas propriedades térmicas e químicas e aumentar sua resposta sensora.”

Seletividade

O material foi exposto em uma câmara a diferentes tipos de gases tóxicos – como o gás carbônico (CO2) e metano (CH4), além do dióxido de nitrogênio – em temperaturas entre 100 ºC e 350 ºC. Os pesquisadores observaram que o material apresenta excelente seletividade e sensibilidade ao dióxido de nitrogênio principalmente a 200 ºC – faixa bem abaixo da temperatura de transição de decomposição do material, de 400 ºC.

Nesse nível de temperatura, a resistência elétrica do sensor aumentou mil vezes quando o material foi exposto a 100 partes por milhão (ppm) de dióxido de nitrogênio diluído em ar sintético – que simula a atmosfera.

Além disso, os discos de óxido de estanho apresentaram capacidade de seletividade do dióxido de nitrogênio 100 vezes superior à demonstrada para outros tipos de gases tóxicos, como o gás carbônico e o metano, disseram os pesquisadores.

“Não encontramos na literatura científica outro sensor de dióxido de nitrogênio com seletividade e sensibilidade tão alta e dessa ordem de grandeza”, afirmou Orlandi.

De acordo com o pesquisador, uma das razões pelas quais os discos de óxido de estanho apresentam alta sensibilidade e seletividade ao dióxido de nitrogênio é que são semicondutores do tipo N – materiais que, a exemplo do óxido de zinco (ZnO) e do dióxido de titânio (TiO2), apresentam excesso de elétrons em sua estrutura e conferem condutividade elétrica parcial. O dióxido de nitrogênio, por sua vez, tem predisposição a trocar elétrons com o material.

Por causa disso, ao aderir à superfície dos discos de óxido de estanho, as moléculas de dióxido de nitrogênio aprisionam os elétrons livres e aumentam a resistência elétrica dos discos de óxido de estanho.

“Quando o dióxido de nitrogênio adere à superfície dos discos de óxido de estanho, ele aumenta mil vezes a resistência elétrica do material, como pudemos medir e observar nos experimentos”, disse Orlandi.

Ao retirar o dióxido de nitrogênio da câmara na qual os discos de óxido de estanho foram colocados e, consequentemente, quando o gás saía da superfície do material, os pesquisadores constataram que a resistência inicial do sensor químico retornava rapidamente para os mesmos patamares nos quais se encontrava antes de ser exposto ao gás.

“Vimos que o sensor é muito sensível e seletivo especificamente para o dióxido de nitrogênio, características muito importantes para um sensor”, afirmou Orlandi. “Se um sensor for seletivo e sensível para todos os tipos de gases poluentes, ele não funciona para essa finalidade”, avaliou.

Superfície virgem

O pesquisador ressalta que o aumento de mil vezes na resistência elétrica dos discos de óxido de estanho e, consequentemente, do sinal de detecção que observaram, foi obtido sem nenhum tipo de modificação na superfície do material – como se faz usualmente para aumentar a capacidade de detecção de dióxido de nitrogênio por outros tipos de sensores químicos já existentes, como aqueles à base de dióxido de estanho IV.

Com base nessa constatação, os pesquisadores estão fazendo melhorias na superfície dos discos para aumentar ainda mais a alteração da resistência elétrica do material quando exposto ao NO2.

“Em vez de mil vezes, como já conseguimos hoje, queremos aumentar o sinal do sensor para 2 mil”, contou Orlandi. “O sinal dos sensores à base de dióxido de estanho IV puro está entre 50 e 70 vezes, o que já é considerado muito bom.”

Os pesquisadores também desenvolveram fitas de óxido de estanho em escala nanométrica (bilionésima parte do metro), intuindo que os resultados de seletividade e sensibilidade ao dióxido de nitrogênio por essas nanofitas seriam maiores do que os obtidos em escala micrométrica.

Ao comparar os materiais nas duas escalas, no entanto, constataram que os resultados apresentados pelos discos em escala micrométrica foram melhores do que os do sensor em escala nanométrica.

De acordo com Orlandi, essa diferença de desempenho do material ocorre porque os discos apresentam uma morfologia privilegiada em comparação com as nanofitas. Por possuir grandes superfícies, as duas faces paralelas dos discos apresentam alta concentração de elétrons desemparelhados, que podem ser mais facilmente doados às moléculas de dióxido de nitrogênio.

“Acreditamos que é essa superfície do material, com alta concentração de elétrons desemparelhados, que leva a respostas melhores em termos de seletividade e sensibilidade ao dióxido de nitrogênio em escala micrométrica do que na forma nanométrica”, disse Orlandi.

Na avaliação do pesquisador, o estudo corrobora os resultados de outras pesquisas internacionais publicadas nos últimos anos, demonstrando que muitas vezes materiais em escala micrométrica podem apresentar um desempenho melhor do que na escala nanométrica.

Ainda não se sabe, contudo, porque o material tem o formato de confete de papel. “O mecanismo de crescimento desse material ainda é uma incógnita”, afirmou Orlandi.

Parceria com o MIT

O novo sensor foi desenvolvido nos laboratórios do Departamento de Físico-Química da Unesp de Araraquara.

Por meio da parceria estabelecida pelos pesquisadores brasileiros com os colegas do MIT, Orlandi e o estudante Anderson André Felix – que atualmente realiza pós-doutorado com Bolsa da FAPESP e também é um dos autores do estudo – passaram uma temporada na universidade norte-americana, onde realizaram testes e avaliaram as propriedades sensoras do novo material.

Por meio de um sistema analítico disponível no MIT – no qual é possível medir ao mesmo tempo até oito amostras do material, sob a mesma temperatura e fluxo de gás –, os pesquisadores constataram a capacidade de o material detectar dióxido de nitrogênio em níveis muito maiores aos observados pelos sensores de dióxido de estanho IV.

Devido aos resultados excepcionais apresentados pelo novo material, o professor Harry Tuller, do Departamento de Ciência e Engenharia de Materiais do MIT, concluiu que o sensor deveria ser patenteado e solicitou que o escritório de propriedade intelectual da universidade norte-americana se encarregasse de fazer isso.

“Mais do que apenas uma observação científica interessante, tornou-se claro para nós que o material desenvolvido durante esse trabalho colaborativo poderia se tornar um divisor de águas na tecnologia de sensor”, disse Tuller.

“No MIT, somos incentivados a solicitar patentes de projetos como esse, porque isso atinge vários objetivos: serve para sensibilizar cientistas e engenheiros da instituição a pensar em como um desenvolvimento pode ter impactos na sociedade e para chamar a atenção da indústria para esses novos conceitos tecnológicos que podem passar despercebidos porque não leem ou não compreendem a literatura científica”, avaliou.

A patente foi depositada em caráter provisório no Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (USPTO, na sigla em inglês).

Em maio de 2014, o pedido de patente no escritório norte-americano deverá ser convertido para definitivo e, após ser concedida nos Estados Unidos, a Agência Unesp de Inovação (Auin) também deverá requerer o depósito no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no Brasil.

“Em 2014 deveremos ter os pedidos de patente do material tanto nos Estados Unidos como no Brasil”, disse Fabíola Spiandorello, gerente de propriedade intelectual da Auin.

Fonte: Exame Abril

novembro 7th, 2013

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Lady Gaga é acusada de plágio por nova música, Do What You Want

E mais uma vez Lady Gaga é acusada de copiar o trabalho de outro artista. Desta vez, o alvo da polêmica é a música Do What You Want, lançada nesta semana em parceria com R. Kelly. A canção foi bem recebida pelo público e alcançou o primeiro lugar das músicas mais baixadas no iTunes de 70 países. Porém, fãs da banda Dance With The Dead acusam a cantora de plágio pela faixa.

Do What You Want está sendo comparada com The Deep, lançada pelo Dance With The Dead no começo deste ano. Apesar das similaridades, os integrantes da banda indie declararam que não acreditam que Gaga tenha roubado a canção deles.

+ Katy Perry enfrenta nova acusação de plágio

Histórico

Gaga já se acostumou a lidar com acusações de plágio. A própria Madonna já disse que Born This Way, single damother monster, é uma ‘releitura’ de Express Yourself. Depois, a cantora Rebecca Francescatti acusou Gaga de plagiar sua música Juda com a faixa Judas.

A cantora ainda foi alvo de um processo de US$ 31,5 milhões movido pela artista francesa Orlan, que a acusou de ter copiado ‘repetitivamente’ seu trabalho. E Kelly Osbourne também declarou que Gaga teria imitado Annie Lennox no Video Music Awards 2011, ao subir no palco vestida de homem.

 

Fonte: Caras Uol

novembro 4th, 2013

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Nokia e Samsung estendem acordo de patentes por mais cinco anos

Nokia e Samsung concordaram em estender por mais cinco anos, a partir de janeiro de 2014, seu acordo para uso de patentes móveis. O contrato diz respeito ao uso de patentes da Nokia em produtos da Samsung. O acordo anterior venceria no fim deste ano. O valor a ser pago pela Samsung à Nokia será acertado durante um processo de arbitragem, cuja conclusão é prevista para meados de 2015.

Em comunicado à imprensa, a Nokia ressalta que seu portfólio de patentes não está incluído entre os ativos vendidos para a Microsoft. Ou seja, a empresa continuará negociando as licenças de uso de suas patentes móveis com terceiros.

Análise

A guerra por patentes móveis viveu seu clímax recentemente, com a briga entre Apple e Samsung, que teve como cenário tribunais de vários países. A disputa ali era em torno do design de tablets e outras querelas. Antes, houve um capítulo importante entre Nokia e Qualcomm, envolvendo o padrão CDMA. E não se pode esquecer da Microsoft, que conseguiu arrancar de vários fabricantes de smartphones Android acordos para o pagamento de uma pequena taxa por aparelho produzido, com o argumento de que o sistema do Google infringiria algumas de suas patentes. Diz-se que parte do aperto financeiro da HTC estaria relacionado ao acordo firmado com a Microsoft.

O comunicado da Nokia indica que a empresa vai continuar lutando para gerar receita com seu portfólio de patentes. O fato de não fabricar mais smartphones depois da venda para  a Microsoft na verdade a deixa ainda mais à vontade nessa guerra, afinal, não terá mais um telhado de vidro para ser atingido de volta. Explica-se: todo smartphone, para ser produzido, depende de milhares de patentes, detidas por diversas empresas. Quando alguém decide exigir pagamento de uma licença, corre o risco de receber um contragolpe, pois os concorrentes também possuem patentes que, eventualmente, estão sendo usadas por quem iniciou a briga. Uma carteira grande de patentes é um ativo valioso hoje em dia. Diz-se que a principal razão para a compra da Motorola pelo Google teria sido o seu portfólio de patentes em mobilidade. Parece até uma corrida armamentista, com fabricantes se armando com patentes de todos os lados. Quem ataca precisa confiar muito no seu taco. Ou não ter nada para ser quebrado de volta, como passará a ser o caso da Nokia, ou do que sobrar dela, após a venda para a Microsoft.

 

Fonte: Mobile Time