outubro 30th, 2013

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Você costuma fazer um coração com as mãos? Cuidado! Agora o gesto foi patenteado pelo Google

Gesto de coração feito com as mãos

Sabe aquele tradicional gesto de fazer um coração com as mãos? Pois é, ele acaba de ser patenteado pelo Google. Achou estranho? A gente explica o porquê.

Sergey Brin com o Google Glass

Lembram do Google Glass – o óculos do Google que permite a interação dos usuários através da realidade aumentada? Foi pensando no futuro de seus usuários que a empresa pediu a patente do gesto, já que ele pode ser útil para demonstrar que a pessoa gostou de alguma coisa, como usado hoje em outras redes sociais, como o PinterestInstagram e We Heart it. A patente de gestos não parou por aí: o gesto de “enquadramento” com os dedos formando uma letra “l” também entrou na jogada.

Patente de gesto de coração

Patentes de gesto do Google

Ficou curioso? Veja mais sobre a patente aqui.

E aí, será que os fãs vão parar de fazer gestos de coração para os seus ídolos? Difícil, não é mesmo?! Por isso, da próxima vez que você pensar que algo não pode ser patenteado, pense novamente.

(Imagens reprodução)

 

Fonte: Agência de Internet 

 

outubro 28th, 2013

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UEPG e Usiminas fecham acordo para desenvolver patentes

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), instituição do Governo do Estado, acaba de fechar acordo de cooperação técnico-científica com a Usiminas, para o desenvolvimento em escala piloto da patente de invenção de tubos e dutos de base à base de grafeno. Trata-se do projeto referente à primeira patente internacional da UEPG, que se encontra em fase de depósito em outros países.

O acordo prevê etapas de desenvolvimento da pesquisa na UEPG e na Usiminas, com o objetivo averiguar a viabilidade econômica da patente para um futuro desenvolvimento em escala semi-industrial.

A pesquisa intitulada “Tubos, dutos ou risers de aço à base de grafeno, método de fabricação dos mesmos e sua utilização para o transporte de petróleo, gás e biocombustíveis” é de autoria dos pesquisadores André Luís Moreira de Carvalho e Nadia Khaled Zurba (Departamento de Engenharia de Materiais). Eles desenvolveram um produto com base no grafeno (material 100 vezes mais resistente que o aço), que poderá produzir impacto nos setores de transporte de energia, produção e utilização de equipamentos no campo do petróleo, em sistemas risers (dutos) submarinos (offshore) de águas ultraprofundas (superior a 1.500 m) ou sistemas terrestres (onshore).

“Essa tecnologia poderá ser utilizada, por exemplo, na exploração do pré-sal”, comenta o professor André Luiz, referindo-se à utilização do grafeno na composição de aços microfilados, tipicamente usados na indústria petrolífera. O produto também possui aplicabilidade direta nas indústrias siderúrgica, metalúrgica, de gás e biocombustíveis, e estendido a outros sistemas construtivos, com uso médico, biomédico e hospitalar. “Os resultados experimentais de preparação e caracterização dos novos aços à base de grafeno, realizados no Complexo de Laboratórios Multiusuários (C-LabMu) da UEPG, são promissores”.

“É uma tecnologia de ponta, inovadora e com muito potencial”, afirma Nádia Khaled, lembrando que experimentos com o grafeno, material desenvolvido em laboratório em 2004, renderam o Prêmio Nobel de Física aos pesquisadores russos André Geim e Konstantin Novoslevov, no ano passado. “Hoje o grafeno está sendo investigado no mundo todo, em várias frentes de aplicação”.

Para o diretor da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual (Agipi), João Irineu de Resende Miranda, o acordo com a Usiminas, um dos maiores complexos siderúrgicos do mundo, consolida o perfil da UEPG como uma instituição pró-ativa em desenvolvimento tecnológico voltado à inovação. “Três fatores determinam o avanço da UEPG neste campo”, diz, citando entrada em vigor da Lei de Inovação do Estado do Paraná; a ação da Reitoria com vistas ao incentivo à pesquisa inovadora; e a mudança de cultura que se opera entre os pesquisadores da UEPG. “Além da produção acadêmica, muitos têm buscado o patenteamento de suas descobertas e a aproximação com as demandas das empresas”.

Fonte: AEN

outubro 23rd, 2013

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Patentes de medicamentos podem ter a sua validade reduzida

Visando reduzir os prazos de validade de 247 patentes de produtos químicos e de medicamentos, que foram concedidas com um prazo maior do que a lei permitia, o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, está com 34 ações na Justiça Federal no Rio de Janeiro. A maioria engloba medicamentos usados para tratamento de doenças como aids, câncer, artrite reumatoide e esclerose múltipla.

O procurador-geral do INPI, Mauro Maia, garantiu que a correção dos prazos de validade das patentes vai permitir a ampliação do mercado de genéricos, resultando em redução dos preços de remédios e maior acesso da população a diversos tratamentos hoje de custo elevado.
“O que a gente está querendo é deixar a propriedade sendo exercida pelo prazo devido. Com isso, a patente entra em domínio público na data correta. Isso vai permitir um ambiente de inserção da livre concorrência. Vai ter condição, a partir daí, de ter a concorrência dos medicamentos genéricos e o mercado, em consequência, vai favorecer a redução dos preços desses medicamentos, o governo vai gastar menos em políticas de saúde, a população vai ter melhor e maior acesso a esses tratamentos. Enfim, vai ter uma cadeia de repercussões que é considerável”.

 

 

outubro 17th, 2013

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Samsung deve encerrar guerra de patentes na Europa

Ao menos na Europa a Samsung pode dar fim à guerra de patentes travada contra outras empresas de tecnologia – principalmente a Apple. Mas não se trata de uma atitude caridosa da sul-coreana, ela só fará isso para não ser penalizada.

A Comissão Europeia afirmou que as ações judiciais que a Samsung abre contra suas adversárias infringem as normas antitruste da União Europeia e, caso a empresa não parasse, poderia ser multada em até US$ 18,3 bilhões. Em maio o órgão fez acusação semelhante à Motorola, do Google.

“A Samsung se ofereceu a se abster de buscar liminares sobre patentes essenciais padrão (SEP) de dispositivos móveis por um período de cinco anos contra qualquer empresa que concorde com uma estrutura particular de licenciamento”, disse a Comissão em comunicado divulgado pela Reuters.

Fonte: Olhar Digital 

 

 

outubro 15th, 2013

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Estudo conclui que Brasil precisa mudar lei de patentes

O Brasil pode e deve mudar sua lei de patentes para proteger seu desenvolvimento sem ferir as regras do acordo internacional TRIPs. Assinado em 1995 no âmbito da Organização Mundial do Comércio, o TRIPs é uma regra internacional para patentes e sua desobediência pode implicar problemas no comércio internacional.

Essa foi a conclusão da mesa redonda realizada durante o lançamento da publicação A Revisão da Lei de Patentes: Inovação em Prol da Competitividade Nacional, elaborada pelo deputado Newton Lima, do PT de São Paulo.

O estudo, produzido pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara, deverá subsidiar as discussões em torno do projeto (PL 5402/13) de Lima e do deputado Dr. Rosinha, do PT do Paraná, que reformula a Lei de Propriedade Industrial (Lei 9279/96).

De acordo com Lima, a legislação atual não protege adequadamente a indústria nacional. Ele afirmou que o Brasil já perdeu a possibilidade de fazer o que os chamados tigres asiáticos fizeram, de copiar produtos e processos e desenvolvê-los em seu benefício.

O deputado lembrou que a Constituição brasileira garante o monopólio da propriedade intelectual na medida em que ele também contribui com o desenvolvimento nacional. Lima, que defende limite de 20 anos para as patentes, afirma que a lei atual é usada pelos detentores de patentes para tornar seu monopólio permanente.

“Há hoje, sobretudo na indústria de fármacos e poderá se estender para a de softwares também, uma tentativa dos detentores do monopólio da invenção de impedir que elas venham para o domínio público. Isso atrapalha certamente o desenvolvimento da nossa inovação da indústria.”

O deputado explicou que, desde a edição da lei, a indústria de fármacos foi muito prejudicada e o País passou a gastar muito mais com a importação de medicamentos. Uma das propostas do projeto é de que a análise na concessão de patentes de remédios seja feita também pela Anvisa.

“A flexibilização do ponto de vista de nós podermos nos apropriarmos, como é o caso dos genéricos, de tecnologia para poder desenvolver nossa indústria é algo que pode ajudar a fazer acelerar o processo de inovação da indústria brasileira.”

Durante a mesa redonda, especialistas da Argentina e da África do Sul afirmaram que o País pode, sem ferir o acordo internacional, flexibilizar sua legislação em defesa da saúde pública porque o acordo permite a adaptação de suas regras à realidade local.

Georgina Gerdé, da Argentina, explicou que os requisitos para a concessão da patente é de que haja um avanço inventivo e aplicação industrial. Mas ela disse que os países podem criar critérios nacionais para interpretar esses requisitos.

O professor Sean Flynn, do Washington College of Law, afirmou que o acordo de Doha permite que o Brasil interprete o TRIPs de forma a promover a saúde pública. Ele citou como exemplo a proposta do projeto de a Anvisa participar do processo de concessão da patente.

O cientista Rogério Cerqueira Leite afirmou que é absolutamente necessário que a nova lei preveja o licenciamento compulsório, que é a liberação da patente não utilizada para produção no território nacional. Assim, o País se protege da dependência de importações forçadas.

Durante a cerimônia de lançamento do estudo, o presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara, deputado Inocêncio Oliveira, do PR de Pernambuco, alertou que a escolha de um modelo adequado de uma nova lei de patentes é que vai criar as bases para que cientistas e empresas brasileiros possam inovar e transformar em benefício de toda a sociedade.

 

Fonte: Câmara dos Deputados

outubro 8th, 2013

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FOGO OU FORÇA DA MÃO PODERÃO CARREGAR IPHONE

Com a finalidade de não depender de energia elétrica para carregar um iPhone, dois carregadores diferentes foram criados. Um deles usa um dínamo, como lanternas de acampamento, e a força da mão, enquanto o outro tem no calor do fogo a fonte de energia.


A capa de iPhone Mipwr Dynamo oferece uma alavanca escondida, que o usuário deve apertar repetidas vezes, fazendo girar um dínamo que produz energia para recarregar o telefone. Os inventores, do estado americano de Illinois, dizem que a cada minuto de movimento o gadget gera 30 segundos de conversação. A capa ainda tem a capacidade de armazenar a carga e funcionar como uma bateria extra, para mais duas horas de conversação. A energia gerada com o dínamo é de indução eletromagnética, explicam os inventores.
O Mipwr Dynamo oferece, ainda, uma entrada mini-USB para carregar com energia elétrica, que funciona tanto para a bateria extra de 400 mA quanto para o iPhone, simultaneamente. O produto funciona com iPhones 4, 4S, 5 e 5S e deve ser vendido a US$ 25.

 

 

O outro invento, onde a fonte de energia para gerar carga para o iPhone é o fogo, chama-se FlameStower. Segundo os criadores, com output de 3W, cada minuto sobre o fogo faz o carregador oferecer de 2 a 4 minutos de carga para o iPhone – ou para qualquer outro dispositivo com carregador USB. Tudo depende da intensidade do fogo – a velocidade é semelhante à recarga via USB usando um computador ou laptop.
A chama que faz o carregador funcionar pode vir de um fogão de acampamento ou da boca normal de um fogão caseiro, ou qualquer chama alimentada a gás. O gerador é termoelétrico: uma chapa de metal é aquecida pelo fogo de um lado, e um recipiente de água esfria a chapa do outro, criando a diferença de temperatura necessária à geração da carga. O preço ao consumidor chegará a US$ 80.
Ambos inventos esperam financiamento coletivo no Kickstarter para produção em escala.
Fonte: Terra

 

 

 

 

 

 

outubro 2nd, 2013

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Os 5 inventores mais produtivos do mundo

Por Livia Aguiar

Esses caras podem não ter sido os maiores inventores do mundo, mas com certeza foram os que mais registraram famílias de patentes (conjunto de patentes para uma mesma invenção) no planeta. Graças a eles, podemos receber um e-mail de nossos telefones celulares finíssimos à luz da lâmpada elétrica de um carro enquanto ele bate em uma pedra na estrada. Ok, essa frase pode não ter feito muito sentido, mas confira a lista que você vai entender melhor…

5- George Albert Lyon

 Imagem: Kustomrama.com

Em seus 79 anos de vida, o canadense registrou 993 famílias de patentes. Nascido em 1882, seu invento mais conhecido é o para-choques, que absorve parte do impacto no caso de uma colisão do carro. George anunciou a própria aposentadoria de sua empresa, Lyon Inc, diversas vezes. Mas, assim que uma nova ideia para uma invenção aparecia em sua mente, ele voltava ao trabalho com mais energia que antes.

4- Thomas Edison

Imagem: Wikimedia Commons

O “pai da lâmpada” era um inventor incansável (e esperto, pois correu para patentear tudo – são1.084 famílias de patentes registradas). Nascido em 1847, além da lâmpada elétrica, o americano criou, em seus 84 anos de vida, o fonógrafo (o primeiro sistema para gravação e reprodução de som, patenteado em 1877), a primeira câmera filmadora e o cinetoscópio, que permitia ver imagens em movimento individualmente.

3 – Paul Lapstum

Este inventor australiano de 1.104 patentes registradas é o diretor de tecnologia de uma das empresas da Silverbrook Research (cujo dono é o maior inventor do mundo – veja nº 1 da lista). Uma das invenções mais famosas de Paul é um leitor que permite que você mande e-mail para alguém de quem só tem o cartão de visitas: ele reconhece o “@” e pega automaticamente o endereço impresso nele.

2- Shunpei Yamazaki

Imagem de Toshiyuki Aizawa

Com 2.677 famílias de patentes registradas internacionalmente, o japonês de 69 anos contribuiu com invenções nas áreas de computação e física do estado sólido (que estuda a matéria rígida). É o presidente do laboratório de pesquisas Semiconductor Energy Laboratory (SEL), baseado em Tóquio. Na foto, uma de suas invenções: um transmissor fino como uma folha de papel.

1- Kia Silverbrook

Imagem: Share With Me

De longe, o cientista e inventor australiano de 53 anos é a pessoa que mais patenteou criações. São 4.092 famílias de patentes registradas até 23 de Agosto de 2011 (esse número já pode ter subido). Dono da maior companhia de pesquisas não governamental da Austrália, ela emprega cerca de 500 cientistas e pesquisadores. Suas invenções estão no campo da tecnologia digital, softwares, internet e até na robótica. Sua invenção mais famosa é o Memjet, uma tecnologia de impressão colorida em alta velocidade, criada em 2007.

Fonte: Super Interessante