setembro 30th, 2013

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A Pepsi quer que você sinta melhor o cheiro do refrigerante

 

Pepsi: a nova tecnologia libera aromas quando o consumidor abre a garrafa

Você já reparou que ao abrir uma garrafa de refrigerante o primeiro cheiro que você sente é o de plástico, e não o de refrigerante? A Pepsi percebeu esse detalhe e ficou incomodada.

Como o gargalo da garrafa é pequeno, o aroma que o consumidor sente ao abrir a garrafa é o da própriaembalagem, e não o aroma da bebida. E a Pepsiacredita que a liberação de um aroma pode influenciar no paladar dos clientes.

Durante esta semana, a Pepsi anunciou sua patente para resolver o problema, a “Aroma Delivery System”. A nova tecnologia libera aromas quando o consumidor abre a garrafa.

Para fazer o consumidor sentir o cheiro da bebida, a Pepsi criou cápsulas gelatinosas para serem aplicadas entre a rosca da garrafa e a tampa. Quando o usuário abre a garrafa, as cápsulas se rompem e liberam o aroma.

A Pepsi também se preocupou com o transporte da bebida e criou uma camada protetora de cera ou biopolímero para evitar que as cápsulas estourem antes do lacre ser rompido pelo consumidor.

Apesar do registro da patente, ainda não há previsão para a nova tecnologia chegar ao mercado.

Pepsi

 

setembro 26th, 2013

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FAPESP está entre maiores em registro de patentes no Brasil

Relatório da Thomson Reuters traça panorama sobre cenário brasileiro em inovação tecnológica e produção científica.

Pesquisadores

 Pesquisa: relatório cita a dificuldade de criar oportunidades de mercado, ante períodos de tramitação das decisões sobre patentes de até oito anos

São Paulo – De 2003 a 2012, a FAPESP registrou 140 patentes, número que a coloca na sexta posição entre as dez maiores organizações brasileiras por volume de invenções.

É o que indica o relatório Brasil – Atuais desafios e tendências da inovação, resultado de um estudo feito pela empresa provedora de informação Thomson Reuters e divulgado na terça-feira (17/09), durante o Workshop Propriedade Intelectual e Inovação: O Impacto no Crescimento do Brasil – evento promovido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), pela Thomson Reuters e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em São Paulo.

A pesquisa também listou os maiores detentores de patentes para o ano específico de 2011, quando a FAPESP obteve 38 registros, o quarto maior volume do país.

“Ambas as colocações refletem o crescimento do apoio a pequenas empresas inovadoras do Estado de São Paulo, por meio do Programa FAPESP Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE)”, disse Sérgio Robles Reis de Queiroz, coordenador adjunto de Pesquisa para Inovação na FAPESP.

De acordo com Queiroz, os números representam apenas uma parcela das patentes concedidas a partir de apoios da FAPESP. Isso porque a titularidade é da entidade financiadora somente quando há pagamento de bolsas aos pesquisadores – caso contrário, as próprias empresas são as titulares.

No ranking de 2011 da Thomson Reuters, as duas primeiras colocadas foram a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), com 51 e 42 patentes, respectivamente.

“Uma parte dos projetos que geraram essas patentes também deve ter recebido recursos da FAPESP”, disse Queiroz, fazendo referência ao Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE).

Já no ranking de 2003 a 2012, a Unicamp figura na segunda colocação (com 395 registros), atrás apenas da Petrobras (com 450 registros), e a USP aparece em terceiro lugar (com 284 registros).

“O fato de instituições públicas serem as principais patenteadoras no Brasil é revelador da fragilidade das empresas privadas em ocupar esses lugares, o que é usual em outros países do mundo”, disse Queiroz.

Sobre esse aspecto, o relatório da Thomson Reuters cita a dificuldade de criar oportunidades de mercado, ante períodos de tramitação das decisões sobre patentes de até oito anos – ou seja, uma tecnologia poderia se tornar obsoleta antes mesmo de a patente ser concedida.

O relatório aponta ainda uma tendência de crescimento na atividade inovadora brasileira. De 2003 a 2008, os pedidos de patentes nacionais aumentaram 26% (medição feita a partir dos pedidos considerados prioritários). Em 2009, houve queda para o patamar de 2003, atribuída à recessão econômica global. Desde então, os níveis voltaram a crescer, atingindo, em 2011, 12% acima do registrado em 2003.

Computadores digitais, produtos naturais, tecnologia automotiva e aparelhos eletrodomésticos estão entre as principais categorias de patentes concedidas na última década. Apesar da alta verificada, o Brasil segue bem distante, por exemplo, da China, cuja atividade de patenteamento cresceu 600% entre 2003 e 2011.

Todos os dados relativos a patentes foram obtidos a partir do banco de dados do Thomson Reuters Derwent World Patents Index (DWPISM).

Pesquisa científica

O cenário da produção científica no Brasil – outro aspecto do estudo da Thomson Reuters – foi investigado com o auxílio da base internacional Web of Knowledge.

Em 2012, os cientistas brasileiros publicaram 46.795 artigos científicos em periódicos catalogados pelo Thomson Reuters Science Citation Index, colocando o país na 14ª posição mundial (uma a menos em relação a cinco anos antes).

Entre as áreas tecnológicas com maior produção científica figuram medicina clínica, ciências de plantas e animais, ciências agrárias, química e física.

Citando o mais recente Relatório de Ciências da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), de 2010, o estudo da Thomson Reuters menciona ainda que 90% dos artigos do Brasil partiram de universidades públicas e que o número de pessoas com doutorado cresceu de 554 em 1981 para 10.711 em 2008.

Fonte: ExameAbril 

 

setembro 25th, 2013

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Justiça brasileira garante à Apple uso da marca iPhone no Brasil

Para juiz da 25ª vara do Tribunal Regional Federal da 2ª região, somente Apple tem direito de usar palavra isolada, mas “Gradiente iphone” pode continuar no mercado.

Depois de meses de uma disputa com a Gradiente, a Apple ganhou o direito de usar a marca iPhone para nomear sua linha de smartphones no Brasil. Segundo decisão do juiz Eduardo André Brandão de Brito Fernandes, da 25ª vara do Tribunal Regional Federal da 2ª região, a Apple deve ser a única empresa a usar a palavra iPhone de maneira isolada no País. A IGB Eletrônica, no entanto, poderá continuar a usar a marca “Gradiente iphone” para sua linha de produtos.

A Gradiente iniciou um processo contra a Apple pelo uso exclusivo da marca iPhone no Brasil no início de 2013. Os advogados da Apple chegaram a procurar a empresa na metade deste ano para comprar os direitos sobre a marca no Brasil, mas a proposta não foi aceita. Dessa forma, a Gradiente seguiu com o processo judicial . Em fevereiro, o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) já havia concedido à Gradiente os direitos sobre a marca no Brasil .Confira abaixo fotos do Gradiente iphone GC500, com sistema operacional Android:

Gradiente iphone Neo One GC500. Foto: Stella Dauer

Na decisão publicada nesta segunda-feira (23), o juiz entende que ambas as empresas tem argumentos válidos em relação ao uso da marca iPhone. A Gradiente já havia requisitado o registro da marca iphone ao INPI em 2000, mas o registro da marca só foi concedido oito anos depois. A Apple, por outro lado, também teria direito sobre a marca, já que o produto é internacionalmente conhecido e a empresa já possui o registro em outros países.

A partir da decisão, o juiz declarou o registro da marca iphone da Gradiente parcialmente nulo, o que significa que a empresa só está autorizada a usar a marca “Gradiente iPhone” no Brasil. Assim sendo, a decisão anula o registro de marca realizado pelo INPI, que deverá republicar sua decisão no Diário Oficial informando que o registro de marca da Gradiente foi concedido “sem exclusividade sobre a marca iPhone isoladamente”.

“É certo que a empresa ré não usou de má-fé para efetuar o registro da marca ‘Gradiente iphone’, porém não lançou smartphone com tal nome durante um bom período, mesmo após a concessão do seu registro em 2008. Também não discuto se a recuperação judicial pela qual passou a impediu, na prática, da utilização desta marca ou não. Todavia, é verdade que o mercado do iPhone entre o depósito (2000) e a concessão (2008) do registro era um, e hoje é outro, completamente distinto”, diz o juiz, na sentença.

Procuradas pelo iG , a Apple e a Gradiente não comentaram a decisão.

Entenda o caso

A Apple lançou o iPhone em 2007 e o aparelho chegou ao Brasil em junho de 2008. A Gradiente já havia pedido o registro da marca para uma linha futura de celulares com acesso a internet no ano 2000, mas o pedido demorou oito anos para ser atendido. No final de 2012, a Gradiente lançou alguns modelos de smartphones com a marca “iphone”, o que aumentou o debate sobre o uso da marca no Brasil.

Em fevereiro de 2013, o INPI decidiu que a marca “iphone” pertencia à Gradiente. Essa decisão, porém, teve pouco efeito prático já a Apple poderia tanto entrar com um pedido de revisão do registro como tentar um acordo com a Gradiente.

A empresa chegou a fazer uma proposta à Gradiente, que recusou o pedido e seguiu com o processo contra a Apple na Justiça brasileira. Com a decisão, ambas as empresas poderão usar a marca no Brasil, mas só a Apple poderá adotar a palavra iPhone isoladamente para nomear sua linha de smartphones.

Fonte: IG 

setembro 23rd, 2013

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Nissan pode ser processada por plágio

 

O Nissan ZEOD RC: semelhança entre ele e o DeltaWing é evidente, em que pese algumas diferenças de formato.

Nissan pode ter que enfrentar uma batalha nos tribunais. Dr. Don Panoz, principal financiador do projeto DeltaWing, revelou ao site Autoweek que tem planos de processar a marca japonesa por um suposto plágio do revolucionário coupé.

“É interessante notar como o pessoal da Nissan tenta desconversar sobre a questão, mas a verdade é que o próprio press-release deles admite que a configuração do ZEOD RC é a mesma do DeltaWing. E temos as patentes”, disse o executivo.

Já a Nissan, por meio de um porta-voz, disse estar ciente dos rumores, mas alega não ter recebido nenhuma notificação sobre o assunto.

A semelhança entre os modelos é evidente, em que pese algumas diferenças de formato. O ZEOD RC é um pouco mais largo na traseira e estreito na dianteira do que o DeltaWing Coupe.

Vale lembrar que a Nissan da Europa já forneceu suporte financeiro e técnico para que o DeltaWing competisse em alguns eventos automobilísticos.

 

Fonte: ExameAbril 

setembro 19th, 2013

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As 10 patentes mais bizarras que você já viu

Máquina que chuta traseiros, aparelho que dá tapinha nas costas, sutiã porta-líquidos e equipamento para aparar bigodes: acredite, todas estas invenções foram oficialmente patenteadas

por André Jorge de Oliveira

Está se sentindo solitário e desmotivado? Então um engenhoso aparelho para dar tapinhas nas próprias costas pode ser a solução para os seus problemas. Ou talvez você esteja cansado de levar chutes no traseiro por onde quer que vá? Saiba que existe o projeto de uma máquina que faz isso para você, repetidas vezes. Estes são apenas dois dos dez inventos mais bizarros que você já viu, cada um provando do seu próprio jeito que a maluquice humana não tem limites.

Mas o que leva uma pessoa a patentear uma ideia que é, na melhor das hipóteses, um tanto excêntrica? Para Renato Pincelli, caçador de patentes bizarras, o que explica a motivação é um misto de ambição e ingenuidade. “Às vezes alguém inventa a coisa, descreve, faz ilustrações toscas, registra e pensa que vai ficar rico. Não é assim”, explica o blogueiro do Hypercubic e autor da série Patentes Patéticas. Listamos algumas das invenções bizarras que Pincelli pesquisou:

Aparelho “chuta-traseiro”. Esta máquina incrível proporciona uma verdadeira sessão de massagem de sapatadas no bumbum. É só girar a manivela e pronto: a roda com quatro sapatos acoplados vai lhe dar chutes em série no traseiro. Não parece divertido?

Editora Globo

Aparato “tapinha nas costas”. Chega de depender dos outros para receber o amigável tapinha nas costas. Afinal, como prever se a outra pessoa é gentil o suficiente para lhe confortar? Com este invento, basta puxar uma cordinha para que uma imitação de mão faça o trabalho para você.

 

Editora Globo

Elmo-estufa. Cansado de respirar poluição nas grandes cidades? Então por que não andar por aí com um elmo hermeticamente fechado cheio de plantinhas? Além de poder levar seus vegetais preferidos com você para todos os lugares, ainda vai poder respirar o oxigênio que eles soltam. Brilhante!

 

Editora Globo

Apetrechos para uma corrida de macacos montados em cachorros. Um jóquei comum, com homens montados em cavalos, parece chato para você? Esta invenção de muito mau gosto propõe uma disputa de macaquinhos montados em cães.

 

Editora Globo

Amaciar carnes com explosivos. Para que usar amaciantes na sua própria casa? Esta engenhoca possibilita que a carne já saia do frigorífico na maciez ideal. Como? É só ensacá-la a vácuo, colocá-la num tanque e bombardear o recipiente com explosivos. Muito prático, não?

 

Editora Globo

Aparelho “apara bigode”. Tesourinhas são pouco usuais quando sua intenção é ter um belo moustache. A engenhoca da imagem promete uma poda cirúrgica nos pelos do bigode. O único perigo é que, de quebra, ela ainda apare o seu nariz, ou o seu lábio.

 

Editora Globo

Máquina para castigar calouros. Sim, já inventaram uma máquina para dar trote universitário. A geringonça muito sádica é também muito simples, funciona da seguinte maneira: o bixo se abaixa e puxa duas alças presas na plataforma, levando um choque. Então o remo sobe e acerta as nádegas do novato. No mínimo doentio.

 

Editora Globo

Dispositivo para os tanques de guerra atirarem dejetos. Pensado para ter dupla funcionalidade, o sistema ao mesmo tempo que elimina os resíduos do tanque, ainda humilha profundamente quem recebe o tiro. Depois que o soldado fizer suas necessidades no recipiente, a “bomba” fedorenta é levada até o canhão e então é disparada.

 

Editora Globo

 Sutiã-cantil. Este sutiã foi desenvolvido especialmente para quem quer ter uma bebida sempre por perto e, ainda de quebra, aumentar o tamanho dos seios. É isso mesmo: a peça permite o armazenamento de líquidos e ainda funciona como um bojo.

 

Editora Globo

Ponteiras de óculos adocicadas. A patente proporciona ao usuário a experiência de fazer pose de intelectual, mordendo as ponteiras dos óculos, e ainda sentir um sabor doce na boca.

Editora Globo

setembro 16th, 2013

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IBM é a número 1 em registro de patentes por 20 anos seguidos

Somente em 2012 empresa obteve 6.478 patentes, segundo levantamento de consultoria norte-americana. Em segundo lugar está a Samsung e em terceiro a Canon.

A IBM é a líder em registro de patentes pelo 20º ano consecutivo, somando, somente em 2012, 6.478 patentes, segundo levantamento realizado pela IFI Claims, consultoria especializada na análise de patentes registradas nos Estados Unidos. Em 2011, a empresa registrou 298 patentes, crescimento de 5%. De 1993 a 2012, os inventores da Big Blue registraram mais de 67 mil patentes somente nos Estados Unidos.

Em segundo lugar no ranking está a Samsung com 5.081 patentes em 2012. Logo em seguida está a fabricante japonesa de câmeras fotográficas Canon, com 3.174 registros. A Sony ocupa a quarta posição, ao registrar 3.032, 33% patentes a mais do que em 2011.

Segundo a IBM, a conquista do recorde em patentes foi possível graças ao trabalho dos mais de 8 mil inventores da IBM de 46 estados dos Estados Unidos e de outros 35 países, incluindo o Brasil. José Carlos Duarte, CTO da IBM Brasil, afirma que a empresa tem ampliado o foco em inovação, e conta com investimento anual de cerca de 6 bilhões de dólares.

As invenções de 2012, afirma a IBM, incluem, por exemplo, um sistema e método para proporcionar respostas a perguntas implementado no supercomputador IBM Watson e descreve uma técnica que permite a um computador captar uma pergunta em linguagem natural, entendê-la e dar uma resposta precisa.

Outro exemplo é o sistema e método para otimizar o reconhecimento de parâmetros não gaussianos. Essa patente, diz a IBM, descreve uma técnica para tratar e reconhecer padrões em conjunto de Big Data, como a compreensão de frases faladas ou o processamento de dados de satélite, para predizer a localização de engarrafamentos de trânsito.

 

Fonte: Computer World 

setembro 10th, 2013

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Apple quer direito de uso da marca "startup" no Brasil

 David Paul Morris/Bloomberg

Loja da Apple em Hong Kong

Loja da Apple: no Brasil, a empresa quer utilizar a marca “startup” para diversos produtos e serviços, como softwares, peças de computador e celulares

São Paulo – Um pedido de registro da marca “startup” – termo usado pelas empresas de tecnologia iniciantes – feito pela Apple na Austrália, na semana passada, chamou a atenção da imprensa internacional.

O mesmo pedido, no entanto, já havia sido registrado no Brasil bem antes, em 2011, quando a empresa abriu três processos no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). Solicitação semelhante foi aberta em pelo menos outros dez países, além da Comunidade Europeia.

No Brasil, a Apple quer utilizar a marca “startup” para diversos produtos e serviços, como softwares, peças de computador, celulares, aparelhos eletrônicos e serviços educacionais e de manutenção. Os pedidos, registrados em abril de 2011, ainda estão em análise pelo Inpi – em média, levam aproximadamente dois anos e meio para ter um parecer, segundo informou o Instituto.

A Apple também solicitou o registro da marca nos Estados Unidos e, por meio da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) – agência da ONU que permite registrar pedidos de marcas em diversos países – abriu processos semelhantes na Suíça, China, Comunidade Europeia, Coreia do Sul, Noruega, Rússia, em Cingapura e na Turquia. Em todos os países a Apple alega ter prioridade no uso da marca com base em pedido inicial registrado na Jamaica, em outubro de 2010.

Até agora, a empresa teria conseguido o registro na Comunidade Europeia, Rússia e Turquia, segundo a OMPI. Procurada pelo Estado, a Apple não se manifestou sobre o assunto. No Brasil, a companhia abriu um processo contra a Gradiente e o Inpi pelo direito de uso da marca iPhone, que pertence à empresa brasileira desde 2008. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Exame Abril

setembro 6th, 2013

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Microsoft diz ter vencido julgamento de patentes contra Motorola

Por Reuters,

SEATTLE, Estados Unidos, 4 Set (Reuters) – A Microsoft afirmou nesta quarta-feira que um júri decidiu em seu favor no segundo de dois processos no tribunal federal de Seattle em relação às licenças das chamadas patentes essenciais ou padrões da Motorola usadas em produtos da Microsoft.

A Microsoft afirmou que a fabricante de telefones Motorola, de propriedade do Google, quebrou os acordos para licenciar as patentes a uma taxa justa e razoável, uma posição que, segundo a empresa, o júri concordou.

No ano passado, a Microsoft também venceu um processo relacionado em Seattle, em que o juiz considerou que a taxa apropriada para a Motorola licenciar as patentes em disputa era apenas uma fração do que a Motorola havia pedido.

“Esta é uma vitória histórica para todos aqueles que querem produtos que sejam acessíveis e funcionem bem juntos”, afirmou a Microsoft em um comunicado.

Um representante do Google não respondeu imediatamente a um pedido para comentar o assunto.

(Reportagem de Bill Rigby)

Fonte: UOL

setembro 2nd, 2013

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Há barreiras legais para copiar uma startup estrangeira?

Clones

Considerando que ideias não são passiveis de proteção legal de propriedade intelectual, não existe qualquer impeditivo para se reproduzir um modelo de negócio já existente. Entretanto, cabe observar que muitos itens potencialmente essenciais para sua execução podem ser protegidos, desde o design do produto/site até as tecnologias que tenham sido criadas, sem contar a marca da empresa original.

Por isto, é muito importante que antes de copiar literalmente outra empresa você observe estas questões para evitar problemas futuros. Também cabe observar que eticamente o mercado não gosta de empresas que se apropriam das invenções de outras. Isto poderia criar uma imagem ruim da sua empresa perante os clientes, parceiros e investidores além de gerar dúvidas sobre sua capacidade própria de inovação, essencial para qualquer startup.

Isso não significa, no entanto, que se inspirar em casos bem sucedidos está proibido. Se conseguir inovar em cima de um negócio já bem sucedido, além de ter a vantagem de aprender com os acertos e principalmente com os erros dos pioneiros sem os custos demonstra seu potencial de gerar diferenciação.

Um exemplo deste tipo de inovação foi o iPod da Apple, criado depois que já existiam muitos players de música em formato MP3, tendo inovado pela facilidade de utilização e aquisição de forma legal pelo iTunes. Por fim, cabe lembrar que simplesmente copiar um modelo já bem sucedido não é garantia de sucesso. Muitas vezes são necessárias adaptações para o nosso mercado e outras pessoas também podem resolver reproduzir este mesmo modelo. O que fará a diferença é a qualidade da sua execução.

 

Fonte: Exame Abril