janeiro 29th, 2013

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Patente de óculos registrada pelo Google

Uma patente registrada pelo Google poderá dar novas opções de meios de comunicação para os óculos Project Glass da empresa.
Os desenvolvedores que começarão a mexer com o Project Glass neste mês também poderão explorar a nova patente da empresa que permitiria incluir um projetor a laser nos óculos.
Uma patente registrada pelo Google poderá dar novas opções de meios de comunicação para os óculos Project Glass da empresa.

Os desenvolvedores que começarão a mexer com o Project Glass neste mês também poderão explorar a nova patente da empresa que permitiria incluir um projetor a laser nos óculos.

Fonte: Info Abril

 



janeiro 24th, 2013

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Xerox registrou mais de 1,2 mil patentes em 2012

A Xerox recebeu 1.215 patentes nos Estados Unidos em 2012, o que colocou a companhia como uma das mais inovadoras do mundo e alimenta seu desejo de encontrar novas formas para simplificar as formas como o trabalho é feito.

A soma de 2012 inclui patentes da Xerox e das subsidiárias que são de sua inteira propriedade, como o Palo Alto Research Center, uma companhia Xerox. A joint venture da Xerox no Japão, Fuji Xerox Co. Ltd., recebeu 686 patentes nos Estados Unidos em 2012. Somando-se os dados, o grupo Xerox teve 1.900 patentes nos Estados Unidos, o que colocaria a Xerox no top 10 do IFI Patent Intelligence em todo o mundo. Esta cifra representa um aumento de quase 300 patentes em relação ao ano anterior – um aumento de mais de 17%.

“Patentes são uma importante medida do nosso investimento continuado em inovação, mas o mais importante são as pessoas por trás das patentes, que transformam essas invenções em soluções poderosas para nossos clientes”, disse Sophie Vanderbroek, CTO (chief technology officer) e presidente do Grupo de Inovação da Xerox. “Estamos aproveitando a criatividade e o interesse pelas cliente de nossos cientistas e engenheiros para aplicar a inovação de formas que não apenas melhoram a nossa tecnologia de documentos, mas também simplificam processos de negócios complexos através de diversos serviços da Xerox para indústrias como de saúde, finanças, atendimento ao cliente e transportes.”

Entre as patentes recentemente emitidas no espaço de serviços está a EUA 8.315.946, que descreve a solução e-Childcaren, que permite às agências de Direitos Humanos subsidiar reduzindo fraudes, uso de papel e gastos gerais de processamento para economizar dinheiro dos contribuintes. A patente EUA 8.234.237 descreve um sistema de gestão de fluxo de trabalho que assinala quando há dados faltando em documentos escaneados, e devolve o documento ao fluxo de trabalho quando os dados são fornecidos. A patente EUA 8.195.474 descreve um sistema que escaneia dados de um grande número de servidores de impressão para criar um perfil das necessidades do cliente, gerando uma lista dos portais de marketing mais úteis para a conta. A patente EUA 8.190.469 descreve elementos do software que roda o dispositivo manual de citação de estacionamento PocketPEO.

Os prolíficos pesquisadores da Xerox apresentaram mais de 60 mil patentes em todo o mundo desde 1930. A companhia reconheceu recentemente 12 cientistas por alcançar marcas pessoais, que no total representam 1.550 patentes nos últimos anos. Além da Medalha Nacional de Tecnologia, maior honra concedida pelo presidente dos Estados Unidos, a Xerox recebeu uma série de prêmios de inovação, incluindo entrar na lista de 2012 da Thomson Reuters das 100 companhias mais inovadoras do mundo.

Juntas, a Xerox e a Fuji Xerox investem US$ 1,5 bilhão anualmente em pesquisa, desenvolvimento e engenharia.

Fonte: Executivos Financeiros

 



janeiro 17th, 2013

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ABPI presente em Genebra na reunião sobre o Acordo de Lisboa

A 6ª Reunião do Grupo de Trabalho da OMPI que tratou da revisão do Acordo de Lisboa de 1958, realizada de 3 a 7 de dezembro últimos, em Genebra, avançou na elaboração do novo texto, que, além das denominações de origem incluirá as indicações geográficas e as marcas de certificação, o sistema vigente nos Estados Unidos. No encontro, no qual a ABPI esteve representada pelo advogado Carlos Henrique Fróes, foi decidido que, para a aprovação formal do documento, serão realizadas ainda duas outras reuniões do grupo no primeiro semestre de 2013.

Estavam presentes ao evento, além de delegados dos principais países que aderiram ao Acordo de Lisboa, como França, Itália e Portugal, representantes de entidades internacionais e nacionais, na qualidade de observadores, entre elas a União Europeia, INTA, CEIPI, OIV (Organisation Internationale de la Vigne et du Vin), OHIM (Office for the Harmonization in the Internal Market), MARQUES (Association of European Trademark Owners) e ORIGIN (Organization for an International Geographical Indications Network). O objetivo principal do encontro, segundo o vice-presidente do Escritório Húngaro da Propriedade Intelectual , Mihály Ficsor – eleito para presidir a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho da OMPI – era a aprovação de um novo texto para o Acordo de Lisboa, que pudesse motivar outros países a aderir a esse importante ato internacional.

Em uma de suas intervenções, Fróes, membro vitalício do Conselho Diretor da ABPI, considerou a possibilidade de a ABPI propor ao governo brasileiro a adesão do país ao novo texto do Acordo de Lisboa. Para acesso ao relato completo de Fróes sobre a 6ª Reunião do Grupo de Trabalho da OMPI (clique aqui e acesse), bem como à nova redação do artigo 10 do documento (clique aqui e acesse).

Fonte: ABPI

 



janeiro 11th, 2013

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IBM se consolida como a número 1 em registro de patentes

A IFI Claims, consultoria especializada na análise de patentes registradas nos Estados Unidos, divulgou nesta quinta- feira, 10, o ranking anual das empresas que mais registraram propriedade intelectual no U.S. Patent and Trademark Office (USPTO). Em uma lista dominada por empresas de tecnologia, pelo vigésimo ano consecutivo, o primeiro lugar ficou nas mãos da IBM.

Segundo a IFI Claims, o órgão americano responsável pela análise e registro de patentes emitiu 253,155 patentes no ano passado e notou um crescimento de 11% na quantidade de registros em relação a 2011. De acordo com a análise, a Big Blue recebeu o registro de 6,478 patentes em 2012, 5% a mais que o registrado em 2011.

O segundo lugar da lista ficou nas mãos dos sul-coreanos da Samsung. A empresa, considerada a maior fabricante de celulares do planeta, recebeu o registro de 5,081 patentes. No terceiro está com outra empresa de tecnologia, a fabricante japonesa de câmeras fotográficas Canon, com 3,174 registros. Já na quarta colocação está a Sony, que registrou 33% patentes a mais que em 2011. A quinta posição foi ocupada por outra japonesa, a Panasonic.

Google X Apple

O relatório da IFI Claims nota que a disputa entre Google e Apple, pelo menos no que diz respeito ao número de patentes registradas, está cada vez mais acirrada. Pela primeira vez, o Google aparece entre os 50 primeiros lugares. A empresa deixou a 65º lugar conquistado no ano passado e saltou direto para a 21ª posição, com um crescimento de 170% no número de registros.

Mas a Apple também obteve expressiva melhora em sua colocação em relação ao ano passado. De acordo com os números, a empresa saiu da 39ª posição para a 22ª e aumentou em 68% o número de patentes.

Confira abaixo a lista completa das empresas que mais receberam registros de patente em 2012:

Fonte: Exame

 



janeiro 4th, 2013

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Estoque de ideias

Tachados por muitos como loucos, eles fazem o mundo mudar e caminhar mais facilmente. O que seria da humanidade se não fossem os inventores? O homem teria conseguido ir à Lua caso Santos Dumont não tivesse inventado o 14-Bis? Como ficaria o trem-bala se não fosse a locomotiva criada pelo mecânico inglês George Stephenson nos idos de 1814? E o tão cobiçado celular, cuja invenção é atribuída ao engenheiro norte-americano Martin Cooper? Ele existiria se não fosse o telefone tradicional bolado pelo escocês Alexander Graham Bell em 1876? A lista de eventos que surgiram para mudar a história é extensa. Assim como a dificuldade encontrada pelos inventores da atualidade para provar que é possível, sim, tirar as suas ideias do papel.

Natural de São Lourenço, no Sul de Minas, Paulo Gannam está com cinco invenções com patentes requeridas e cerca de 700 ideias estocadas. “Estou certo de que há muita inutilidade nessa lista, mas sei que há invenções que podem criar negócios bastante rentáveis”, conta. Há, por exem-plo, o desembaçador de vidro para espelhos de banheiro. “Trata-se de um sistema de filamentos quentes embutidos na parte de trás do espelho e que, ao detectar o vapor oriundo do chuveiro, é acionado automaticamente por meio de um sensor”, explica Gannam. “Todas as minhas invenções estão em fase de divulgação e sendo analisadas pelos departamentos competentes de empresas que contatei. Meu desejo é que algum empresário, investidor ou empresa observe o potencial que vejo nessas criações para que possamos ser parceiros.”

Muitos criam pela habilidade nata de inventar soluções — tanto para situações simples quanto para as mais mais complicadas. Há quem nunca tenha entrado em uma universidade, tampouco tenha uma pós-graduação. Mas é ágil com a lógica, com as mãos e com as ideias. Independentemente do perfil, um dos principais entraves enfrentados pelos inventores diz respeito à falta de incentivo financeiro para que as criações ganhem a escala produtiva e cheguem às mãos do consumidor final.

“Infelizmente não temos proteção e muito menos podemos ficar falando de nossos inventos, pois corremos o risco de ter nossas ideias copiadas. Apesar de não falar muito do que eu crio, estou à espera de um parceiro para lançar as ideias”, diz o psicólogo Jefferson Fernandes e Silva, que trabalha com projetos para máquinas grandes que, segundo ele, podem trazer economia para empresas e para o poder público.

Henrique Pereira de Jesus, empresário e inventor, também lamenta as dificuldades para poder comercializar suas engenhocas. “O primeiro foi um tônico capilar feito por meio de muita inspiração e pesquisa. Depois, criei outro produto 100% natural que elimina frieiras e um óleo hidratante para a pele que elimina o ressecamento, a escamação e as rachaduras. Essas três invenções estão patenteadas e aguardando um investimento para chegar ao mercado. Tenho mais seis produtos que ainda não patenteei e tenho a esperança de encontrar alguém que se interesse por eles.”

Longa espera
O processo de pedido de patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) pode levar cerca de oito anos. Porém, o inventor, por meio do número do protocolo que lhe é dado quando deposita o pedido no Inpi, fica protegido e pode negociar seu invento.

Em Minas Gerais, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado (Fapemig) é a agência de fomento ao desenvolvimento científico, tecnológico e de inovação. Ela está vinculada ao governo por meio do Sistema Estadual de Ciência e Tecnologia, que é coordenado pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Geralmente, todas as unidades da Federa-ção têm um órgão similar para incentivar a ciência e a inovação.

Mônica de Fátima Vilela Martins, gerente de propriedade intelectual da Fapemig, explica que a missão da fundação mineira é induzir e fomentar a pesquisa e a inovação científica e tecnológica para o desenvolvimento do estado. Desde 2007, seu orçamento corresponde a 1% da receita orçamentária corrente do estado. Ela esclarece, porém, que as ideias não são passíveis de proteção intelectual. “O inventor deve procurar a Fapemig quando sua tecnologia estiver materializada e/ou quando conseguir descrever sua criação com riqueza de detalhes, demonstrando suficiência descritiva da tecnologia. Cabe ressaltar que, além da Fapemig, há os núcleos de inovação tecnológica, vinculados às instituições científicas que podem auxiliar inventores independentes no estabelecimento de parcerias para desenvolvimento da tecnologia e/ou proteção da criação”, explica.

Um exemplo interessante, entre várias invenções que receberam apoio da fundação, é o pedido de patente em cotitularidade com o inventor independente Magno Macedo Quintano. “O pedido se refere a um sensor automotivo que informa o volume real do combustível no tanque do veículo”, conta Mônica.

Outro projeto desenvolvido com apoio da Fapemig é o de Simone Caldas Mafra, pesquisadora do Departamento de Economia Doméstica da Universidade Federal de Viçosa. Depois de analisar o cotidiano de algumas famílias, ela concluiu que, do mobiliário infantil, o berço é o que oferece maiores riscos aos usuários. Percebeu que os acidentes estavam relacionados a quedas e à prisão dos braços ou da cabeça das crianças entre as grades do móvel. O protótipo de um ergoberço foi, então, desenvolvido. O móvel tem espaçamento menor, além de ser montado sem pregos e parafusos.

A fundação recebe em média 20 pedidos de apoio por ano. Atualmente, está com 26 depósitos de pedidos de patentes em cotitularidade com inventores independentes.

Fonte: Correio Brasiliense